Turquia 2014

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Urandir Galeria

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A Rotação da Terra é medida pela primeira vez!

Fonte: Inovação Tecnológica
1x1.trans | A  Rotação da Terra é medida pela primeira vez! Um grupo com pesquisadores da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, tornou-se a primeira equipe do mundo a detectar mudanças no eixo da Terra através de medições em laboratório.

Até hoje, os cientistas somente conseguiam rastrear as mudanças no eixo polar indiretamente, monitorando corpos celestes “fixos” no espaço com a ajuda de 30 radiotelescópios.
Para fazer uma medição direta, eles construíram o anel de laser mais estável do mundo, dentro de um laboratório subterrâneo, e o utilizaram para determinar as alterações na rotação da Terra.
Balanço de Chandler
A Terra oscila constantemente. Tal como um pião que é tocado enquanto gira, seu eixo de rotação oscila em relação ao espaço. Isto é em parte causado pela gravidade do Sol e da Lua. Ao mesmo tempo, o eixo de rotação da Terra muda constantemente em relação à superfície da Terra.
Por um lado, isso é causado pela variação na pressão atmosférica, no movimento dos oceanos e no vento. Esses elementos se combinam em um efeito conhecido como oscilação de Chandler, ou balanço de Chandler, para criar o movimento polar. Levando o nome do cientista que o descobriu, esse fenômeno tem um período de cerca de 435 dias.
Por outro lado, um evento conhecido como o “balanço anual” faz com que o eixo de rotação mova-se ao longo de um período de um ano. Isto se deve à órbita elíptica da Terra em torno do Sol.
Estes dois efeitos fazem com que o eixo da Terra migre de forma irregular ao longo de uma trajetória circular, com um raio de até seis metros.
Medindo a rotação da Terra
Capturar esses movimentos é crucial para manter um sistema de coordenadas confiável – como o GPS (Estados Unidos), Galileo (Europa), Glonass (Rússia) ou Beidou (China) – que possa alimentar sistemas de navegação ou rotas em viagens espaciais.
“Localizar um ponto no centímetro exato de posicionamento global é um processo extremamente dinâmico – afinal, em nossa latitude [na Alemanha], estamos nos movendo em torno de 350 metros a leste por segundo,” explica o Prof. Karl Ulrich Schreiber.
A orientação do eixo da Terra em relação ao espaço e sua velocidade rotacional são, atualmente, determinados em um processo complicado, que envolve 30 radiotelescópios ao redor do mundo.
Toda segunda-feira e quinta-feira, entre oito e 12 desses telescópios alternadamente medem a direção entre a Terra e quasares específicos.
Os cientistas assumem que estes núcleos de galáxias, que estão distantes demais de nós, nunca mudam de posição, podendo, portanto, ser usados como pontos de referência.
No entanto, eles começaram a não se satisfazer mais com tanta dificuldade e nem com a consideração da “fixidez” dos quasares. Começou então a construção do observatório geodésico Wettzell, na Alemanha.
Laboratório geodésico
O laboratório é formado por dois feixes de laser em contra-rotação, que viajam em torno de uma rota quadrada, com espelhos nos cantos, que formam um circuito fechado – daí o nome anel de laser. 1x1.trans | A  Rotação da Terra é medida pela primeira vez!
Quando o conjunto gira, a luz que roda no mesmo sentido tem de viajar mais do que a luz em contra-rotação. Isto causa uma interferência entre os dois feixes, que “ajustam” seus comprimentos de onda, fazendo com que a frequência óptica se altere.
Os cientistas podem usar essa diferença para calcular a velocidade rotacional do experimento.
Mas no laboratório Wettzell é a Terra que gira, não o anel de laser.
Para garantir que somente a rotação da Terra influencie os feixes de laser, a estrutura de quatro por quatro metros está ancorada em um pilar de concreto, que se estende por seis metros para dentro da rocha sólida da crosta terrestre.
A rotação da Terra afeta a luz de maneiras diferentes, dependendo da localização do laser no globo.
“Se estivéssemos em um dos pólos, a Terra e os eixos de rotação do laser estariam em completa sincronia, e sua velocidade de rotação iria resultar em uma relação 1:1,” explica Schreiber. “Na linha do equador, no entanto, o feixe de luz nem notaria que a Terra está girando.”
Os cientistas, portanto, têm de levar em consideração a posição do laser Wettzell no 49° grau de latitude.
Qualquer mudança no eixo de rotação da Terra se reflete nos indicadores de velocidade de rotação – o comportamento da luz, portanto, revela mudanças no eixo da Terra.
Laboratório subterrâneo
1x1.trans | A  Rotação da Terra é medida pela primeira vez!“O princípio é simples,” acrescenta Schreiber. “O maior desafio foi garantir que o laser se mantenha estável o suficiente para medirmos o fraco sinal geofísico sem interferência – especialmente ao longo de um período de vários meses.”
Em outras palavras, os cientistas tiveram que eliminar quaisquer alterações na frequência que não resulte da rotação da Terra.
Isto inclui fatores ambientais, como pressão atmosférica e temperatura, o que exigiu uma placa de vitrocerâmica e uma cabine pressurizada.
Os pesquisadores montaram o anel de laser em uma placa de nove toneladas de Zerodur® [uma vitrocerâmica de aluminossilicato de lítio], utilizando também Zerodur para as vigas de apoio. Eles escolheram o Zerodur por ser um material extremamente resistente às mudanças de temperatura.
A instalação fica em uma cabine pressurizada, que registra mudanças na pressão atmosférica e temperatura (12 graus) e compensa automaticamente qualquer variação.
Os cientistas enfiaram o laboratório cinco metros abaixo do nível do solo para manter esses tipos de influência ambiental ao mínimo. Ele é isolado da superfície com camadas de Styrodur® e argila, e coberto por um aterro de quatro metros de altura.
Os cientistas precisam passar por um túnel de vinte metros, com cinco portas frigoríficas, para chegar até o laser.
Velocímetro da Terra
Sob estas condições, os pesquisadores conseguiram confirmar o balanço de Chandler e obter medições da oscilação anual compatíveis com os dados capturados pelos radiotelescópios.
Eles agora pretendem tornar o aparelho ainda mais preciso, o que permitirá determinar mudanças no eixo de rotação da Terra ao longo de um único dia.
Os cientistas também planejam tornar o anel de laser capaz de operar continuamente, para que ele possa funcionar por um período de anos sem qualquer desvio.
“Em termos simples,” conclui Schreiber, “no futuro, nós queremos ser capazes de simplesmente descer lá no porão e ver o quão rápido a Terra está girando com precisão neste momento.” (Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=rotacao-terra-medida-diretamente&id=010125111224)
Bibliografia:
How to detect the Chandler and the annual wobble of the Earth with a large ring laser gyroscope
Schreiber, K. U., Klügel, T., Wells, J.-P. R., Hurst, R. B., Gebauer, A.
Physical Review Letters
Vol.: 107, Nr. 17, EID 173904
DOI: 10.1103/PhysRevLett.107.173904

Publicação de arquivo de urandir em 2011-10-10 03:07:28.
bibliografias:
Urandir - Urandir site Urandir
Urandir Ufologia Urandir
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Tempo Mundial pode mudar em 2012

Fonte: BBC e site Inovação Tecnológica

O tempo, tal como o conhecemos hoje, poderá não ser exatamente o mesmo tempo nos séculos que virão. Tanto que os cientistas da área estão discutindo uma nova definição da escala de tempo do mundo: o chamado Tempo Universal Coordenado (UTC). E a principal questão em debate é o segundo bissexto – mais especificamente, a abolição do segundo bissexto.

Enquanto todo o mundo presta atenção aos anos bissextos, poucos sabem que uma “ajeitada” muito mais frequente no tempo, mas muito mais irregular, é feita constantemente (o segundo bissexto). Uma mudança que é essencial para manter o bom funcionamento dos sistemas de GPS, das telecomunicações, e até dos arquivos que você1x1.trans | Tempo Mundial pode mudar em 2012 transfere pela internet.
O segundo bissexto surgiu no início da atual era tecnológica, em 1972. Ele é adicionado para manter a escala de tempo medida pelos relógios atômicos em fase com a escala de tempo baseada na rotação da Terra.
A razão para isto é que, enquanto os relógios atômicos, que usam as vibrações dos átomos para contar os segundos, são incrivelmente precisos, a Terra não é um cronometrista tão confiável quanto se acreditava – isto graças a uma ligeira oscilação que ela sofre conforme gira sobre seu próprio eixo:
“Desde a década de 1920 já se sabe que o movimento da Terra não é tão constante como tínhamos pensado inicialmente,” explica Rory McEvoy, curador de “horologia” do observatório de Greenwich, no Reino Unido.
Essa variação natural da Terra significa que as horas medidas pelos relógios atômicos e as horas baseadas na rotação da Terra ficam cada vez mais defasadas conforme o tempo passa.
Assim, a cada poucos anos, antes que essa diferença cresça mais do que 0,9 segundo, um segundo extra – o chamado segundo bissexto – é adicionado ao tempo oficial, para colocar novamente os dois em sincronia.
“O Serviço Internacional de Rotação da Terra monitora a atividade da Terra, e eles decidem quando é apropriado adicionar um segundo bissexto em nossa escala de tempo,” explica McEvoy.
Guerra do segundo
Um dos maiores problemas é que, ao contrário dos anos bissextos, os segundos bissextos não são previsíveis. Eles são erráticos, porque as oscilações da Terra – o chamado balanço de Chandler – não é regular.
Mas a tentativa de se livrar do segundo bissexto está causando um racha dentro da comunidade internacional que estuda o tempo, o que deverá ser decidido pelo voto, durante a Conferência Mundial de Radiocomunicações, da União Internacional das Telecomunicações (UIT), em janeiro de 2012, em Genebra.
Uma pesquisa informal feita pela UIT no início deste ano revelou que três países – Reino Unido, China e Canadá – são fortemente contra a alteração do sistema atual.
No entanto, 13 países, incluindo os Estados Unidos, França, Itália e Alemanha, querem uma nova escala de tempo que não tenha segundos bissextos.
Mas, com quase 200 países membros, a grande maioria deles ainda terá que revelar o que realmente pensa sobre o tempo.
O Bureau Internacional de Pesos e Medidas (BIPM), em Paris, é a organização internacional de padronização que é responsável por manter o tempo do mundo.
A organização acredita que o segundo bissexto deve acabar porque esses ajustes estão se tornando cada vez mais problemáticos para sistemas que precisam de uma referência estável e contínua de tempo.
“Ele está afetando as telecomunicações, é problemático para a transferência de dados pela internet (como o Network Time Protocol, ou NTP), bem como dos serviços financeiros,” diz o Dr. Arias Felicitas, diretor do BIPM.
“Outra aplicação que está sendo realmente muito, muito afetada pelo segundo bissexto, é a sincronização de tempo nos Sistemas Globais de Navegação por Satélite (GNSS). Os GNSS exigem uma sincronização de tempo perfeita – e segundos bissextos são um incômodo,” completa Felicitas.
Tempos divergentes
Mas desacoplar o tempo civil da rotação da Terra também pode ter consequências a longo prazo.
“[Se você eliminar os segundos bissextos] o UTC irá se afastar continuamente do tempo baseado na rotação da Terra, fazendo-os gradualmente divergirem por uma quantidade crescente de tempo. Algo terá que ser feito para corrigir essa divergência cada vez maior,” explica Peter Whibberley, cientista do Laboratório Nacional de Física do Reino Unido.
Em algumas décadas, isso equivaleria a um minuto de diferença. E, ao longo de centenas de anos, isso significaria uma diferença de uma hora entre o tempo dos relógios atômicos e a escala de tempo baseada na rotação da Terra.
Em 2004, foi proposta a ideia da troca dos segundos bissextos por um salto de uma hora, a ser feita uma vez a cada alguns poucos séculos.
Uma possível solução, se o segundo bissexto for abolido, seria atrelar essa “hora bissexta” às mudanças no horário de verão.
“Os países poderiam simplesmente acomodar a divergência não adiantando os seus relógios na primavera, apenas uma vez a cada poucos séculos, assim você altera o fuso horário em uma hora para trazer de volta tempo civil em conformidade com a rotação da Terra,” propõe o Dr. Whibberley.(Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=mudancas-tempo-mundial-segundo-bissexto&id=010130111230)

Publicação de arquivo de urandir em 2011-12-10 07:08:03.
bibliografias:
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Urandir Ufologia Urandir
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Afinal o universo tem um eixo central?

 Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica 

1x1.trans | Afinal o universo tem um eixo central?Pesquisadores estão levantando dúvidas sobre a pressuposta simetria do Universo. Seus cálculos parecem sugerir que, no seu início, nosso Universo girava sobre um eixo central. E que esse movimento de rotação influenciou a formação das galáxias.
Os físicos e astrônomos há muito tempo acreditam que o Universo tem uma simetria de espelho, como uma bola de basquete.A imagem espelhada de uma galáxia girando no sentido horário teria, obviamente, o sentido anti-horário de rotação.
Mas se os astrônomos encontrarem um número maior de galáxias girando num sentido do que em outro, isto seria uma evidência de uma quebra de simetria, ou, no jargão da física, uma violação de paridade em escala cósmica.
Nova pesquisa sugere que o formato do Big Bang pode ser mais complicado do que se pensa. Como há mais galáxias espirais girando em um sentido do que em outro, pode ser que o Universo tenha um eixo central de rotação
Sentido de rotação das galáxias
Para aferir isso, Michael Longo e uma equipe da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, catalogaram o sentido de rotação de dezenas de milhares de galáxias espirais fotografadas pelo projeto Sloan Digital Sky Survey, que faz a catalogação de galáxias e que recentemente divulgou a maior imagem já feita do Universo.
E o grupo do Dr. Longo descobriu exatamente isso, que as galáxias têm uma “preferência” para girar em uma direção.
Se todas as galáxias realmente girarem no mesmo sentido, para um observador no hemisfério norte da Terra elas parecerão girar em um sentido, e no sentido oposto para um observador no hemisfério sul.  Eles descobriram um excesso de galáxias com rotação anti-horária na parte do céu em direção ao pólo norte da Via Láctea.
O efeito se estende por mais de 600 milhões de anos-luz de distância.
“O excesso é pequeno, cerca de 7 por cento, mas a chance de que ele possa ser um acidente cósmico é algo como 1 em um 1.000.000″, explica Longo. “Estes resultados são extremamente importantes porque parecem contradizer a noção quase universalmente aceita de que, em escalas suficientemente grandes, o universo é isotrópico, sem nenhuma direção especial.”
Rotação do Universo
O trabalho fornece novos insights sobre a forma do Big Bang. Um Universo simétrico e isotrópico teria começado com uma explosão esfericamente simétrica, em forma de uma bola.
1x1.trans | Afinal o universo tem um eixo central?
Se o Universo nasceu girando, por sua vez, afirma Longo, ele teria um eixo preferencial, e as galáxias teriam mantido esse movimento inicial.
Então, será que o nosso Universo ainda está girando, em um movimento de rotação universal?
“Pode ser”, diz Longo. “Eu acho que este resultado sugere que é.”
Como o telescópio do projeto Sloan está nos Estados Unidos, os dados que os pesquisadores analisaram vieram na maior parte do hemisfério norte do céu.
Um teste importante dos resultados será verificar se há um excesso de galáxias em espiral com sentido horário no hemisfério sul. Esta pesquisa já está em andamento. (Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=universo-eixo-central-rotacao&id=010130110711)

Publicação de arquivo de urandir em 2012-02-20 03:59:47.
bibliografias:
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Urandir Ufologia Urandir
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Futuro do Universo pode influenciar no presente?

Fonte: Site Inovação Tecnológica
1x1.trans | Futuro do Universo pode influenciar no presente?Uma reformulação radical da mecânica quântica sugere que o Universo tem um destino definido, e que esse destino já traçado volta no tempo para influenciar o passado, ou o presente.É uma afirmação alucinante, mas alguns cosmólogos já acreditam que uma reformulação radical da mecânica quântica, na qual o futuro pode afetar o passado, poderia resolver alguns dos maiores mistérios do universo, incluindo a forma como a vida surgiu.
E, além da origem da vida, poderia ainda explicar a fonte da energia escura e resolver outros enigmas cósmicos.O que é mais impressionante é que os pesquisadores afirmam que recentes experimentos de laboratório confirmam de forma dramática os conceitos que servem de base para esta reformulação.Recentemente, cientistas descobriram uma conexão surpreendente entre fenômenos quânticos.

Nota da Redação do Projeto Portal: Mais bizarro ainda será quando todos descobrirem que passado-presente-futuro estão interligados e que suas informações podem ser acessadas poir intermédio de tecnologia,indo muito além do que podemos admitir hoje. Mas essa descoberta mostra que as pesquisas realizadas pelo Projeto Portal fluem no caminho certo, sendo que mais uma vez a ciência progressista e sem fronteiras comprova parte das experiências realizadas pelos pesquisadores do Projeto Portal.

Ordem oculta na incerteza
O cosmólogo Paul Davies, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, está iniciando um projeto para investigar que influência o futuro pode estar tendo no presente, com a ajuda do Instituto FQXi, uma entidade sem fins lucrativos cuja proposta é discutir as questões fundamentais da física e do Universo.
É um projeto que vem sendo acalentado há mais de 30 anos, desde que Davies ouviu falar pela primeira vez das tentativas do físico Yakir Aharonov para chegar à raiz de alguns dos paradoxos da mecânica quântica.
Um desses paradoxos é o aparente indeterminismo da teoria: você não pode prever com precisão o resultado de experimentos com uma partícula quântica; execute exatamente o mesmo experimento em duas partículas idênticas e você vai obter dois resultados diferentes.
Enquanto a maioria dos físicos que se confrontaram com esse problema concluíram que a realidade é, fundamentalmente, profundamente aleatória, Aharonov argumenta que há uma ordem oculta dentro da incerteza. Mas, para entender sua origem, é necessário um salto de imaginação que nos leva além da nossa visão tradicional de tempo e causalidade.
Em sua reinterpretação radical da mecânica quântica, Aharonov argumenta que duas partículas aparentemente idênticas comportam-se de maneiras diferentes sob as mesmas condições porque elas são fundamentalmente diferentes. Nós apenas não detectamos esta diferença no presente porque ela só pode ser revelada por experiências realizadas no futuro.”É uma ideia muito, muito profunda”, diz Davies.A flecha quântica do tempo aparentemente perde o rumo no mundo quântico.
Consequências presentes do futuro
A abordagem de Aharonov sobre a mecânica quântica pode explicar todos os resultados normais que as interpretações convencionais também conseguem, mas tem a vantagem adicional de explicar também o aparente indeterminismo da natureza.
Além do mais, uma teoria na qual o futuro pode influenciar o passado pode ter repercussões enormes e muito necessárias para a nossa compreensão do universo, diz Davies.
Os cosmólogos que estudam as condições do início do universo ficam intrigados sobre o porquê do cosmos parecer tão idealmente talhado para a vida.
Mas há também outros mistérios: Por que é que a expansão do universo está se acelerando? Qual é a origem dos campos magnéticos visto nas galáxias? E por que alguns raios cósmicos parecem ter energias impossivelmente altas?
Estas questões não podem ser respondidas apenas olhando para as condições passadas do universo.
Mas talvez, pondera Davies, se o cosmos já tem definidas algumas condições finais nele próprio – um destino -, então isto, combinado com a influência das condições iniciais estabelecidas no início do universo, pode perfeitamente explicar estes enigmas cósmicos.
Aharonov já teve ideias menos extravagantes, como a aplicação da nanotecnologia à água.
Testando a flecha do tempo
É uma ideia muito boa – embora extremamente estranha. Mas haveria alguma maneira de verificar a sua viabilidade? Dado que ela invoca um futuro ao qual ainda não temos acesso como causa parcial do presente, isto parece ser uma tarefa impossível.
No entanto, testes de laboratório engenhosamente inventados recentemente colocaram o futuro em teste e descobriram que ele poderia realmente estar afetando o passado.
Aharonov e seus colegas previram há muito tempo que, para certos experimentos quânticos muito específicos, realizados em três etapas sucessivas, o modo como a terceira e última etapa é realizada pode mudar dramaticamente as propriedades medidas durante o passo intermediário. Assim, ações realizadas no futuro (na terceira etapa), seriam vistas afetando os resultados das medições efetuadas no passado (na segunda etapa).
Em particular, nos últimos dois anos, equipes experimentalistas realizaram repetidamente experiências com lasers que mostram que, ajustando o passo final do experimento, é possível introduzir amplificações dramáticas no montante pelo qual o feixe de laser é desviado durante as etapas intermediárias do experimento. Em alguns casos, a deflexão observada durante a etapa intermediária pode ser amplificada por um fator de 10.000, dependendo das escolhas feitas na etapa final.
Estes resultados estranhos podem ser explicados de forma simples pelo quadro traçado por Aharonov: a amplificação intermediária é o resultado da combinação de ações realizadas tanto no passado (na primeira etapa) quanto no futuro (na etapa final).
É muito mais complicado explicar esses resultados usando interpretações tradicionais da mecânica quântica, afirma Andrew Jordan, da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, que ajudou a conceber um dos experimentos com laser.
A situação pode ser comparada à forma como o modelo heliocêntrico do Sistema Solar, de Copérnico, e o modelo geocêntrico de Ptolomeu, ambos fornecem interpretações válidas dos mesmos dados planetários, mas o modelo heliocêntrico é muito mais simples e mais elegante.Uma das ideias “selvagens” mais recentes de Davies foi a de uma viagem sem volta a Marte.
Consequências cósmicas
Embora os experimentos com laser estejam dando boas notícias para a equipe, Davies, Aharonov, Tollaksen e seu colega Menas Kefatos, da Universidade Chapman, na Califórnia, estão agora à procura de consequências cósmicas observáveis de informações do futuro influenciando o passado.
Um bom lugar para procurar é a radiação cósmica de fundo (CMB), o “brilho” remanescente do Big Bang. A CMB tem ondulações fracas de calor e frio e, trinta anos atrás, Davies desenvolveu um modelo com seu então aluno Tim Bunch que descreve essas ondas no nível quântico.
Davies e Tollaksen estão agora revisando este modelo no novo arcabouço quântico. Físicos têm ideias já bem desenvolvidas sobre como era o estado inicial do universo e como pode acabar sendo seu estado final – muito provavelmente um vácuo, o resultado inevitável da contínua expansão.
A equipe está colocando estas ideias junto com seu novo modelo para ver se ele consegue prever assinaturas características da influência do futuro na CMB que possam ser captadas pelo telescópio espacial Planck.(Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=futuro-universo-influencia-presente&id=010830110830)
“A cosmologia é um caso ideal para esta abordagem,” afirma Bill Unruh, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá. “Desde que Aharonov encontrou esses resultados tão estranhos em algumas situações, vale a pena olhar para a cosmologia.”
Davies ainda não sabe se essas ideias vão produzir resultados. Mas se o fizerem, seria revolucionário.
“A coisa mais notável sobre Paul,” avalia Michael Berry, da Universidade de Bristol, “é que ele tem ideias muito selvagens combinadas com extremo cuidado e sobriedade.”
Este pode ser exatamente o caráter necessário para fazer um grande avanço. Pode até ser o destino de Davies, uma mescla de seu futuro e de seu passado.(Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=futuro-universo-influencia-presente&id=010830110830)

Publicação de arquivo de urandir em 2011-11-07 15:23:16.
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Aquecimento Global Não Existe mas sim Mudanças Climáticas Previsíveis

Fonte: Sendcarioca – Nicola Scafetta

Esqueça o aquecimento global – com o Ciclo solar 25 não precisa se preocupar (e se os cientistas da NASA estão certos o Tâmisa será de novo congelado)
1x1.trans | Aquecimento Global Não Existe mas sim Mudanças Climáticas PrevisíveisUm grande estudo, publicado em dezembro passado no Jornal de Física Atmosférica e Solar-Terrestrial mostra que as mudanças climáticas observadas desde 1850 até à data estão associados com cíclicos e previsíveis eventos naturais no sistema solar da Terra com a ajuda de uma pequena contribuição limitada do nosso lado. A pesquisa foi conduzida por Nicola Scafetta, um cientista da Universidade de Duke Cavity Radiometer atividade no Solar Lab Monitor (ACRIM), associado com o Jet Propulsion Laboratory da NASA, na Califórnia. Neste desafio de pesquisa as metodologias utilizadas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas ( IPCC ) e o uso de um “modelo de circulação geral do clima”(GCM) que ignorar essas influências principais, não reproduzem o ciclo climático observado de dez anos e da multi-década.
Conforme descrito no documento, os modelos do IPCC não incorporam os efeitos da modulação das mudanças climáticas, como as nuvens. As nuvens são formadas sob a influência de raios cósmicos durante os períodos de atividade solar baixa. Na verdade, é bem conhecido que as nuvens tendem a tornar as condições mais frias. Situação testemunhada pelo “mínimo de Maunder” do século 17.  Pelo menos 50-70% do aquecimento observado no 20° século  pode estar associado a um aumento na atividade solar. Em seu estudo, o Dr. Scafetta cobra uma base de modelo astronômico, que reconstrói e relaciona as fases conhecidas se aquecimento e refrigeração, com os dez anos, ciclos multi-decenal, as influências dos movimentos planetários e, mais particularmente as de Júpiter e Saturno. (Minha nota: Estudos de Timo Niroma que em breve vou publicar nesse blog)
Este “ modelo harmônico astronômicos ”tem sido usado para tratar vários ciclos e longos períodos de 9,1, 10-10,5, 20-21 e 60-62. O ciclo de 9,1 anos tem mostrado ser provavelmente devido as oscilações solar / lunar das marés na década, enquanto os de 10 anos de duração refere-se aos movimentos planetários no Sol que poderiam ter influências solares que modulam as propriedades eletromagnéticas da alta atmosfera da terra, que pode regular o sistema de nuvens.
A descoberta do Dr Scafetta contradiz o modelo  IPCC. Modelo que diz que todo o aquecimento observado entre 1970-2000 era de origem humana (” induções antrópicas “), com base em modelos que excluem a contribuição do ciclo natural do clima de 20 e 60 anos. Estes ciclos foram claramente identificados em todos os registros da temperatura global da superfície de ambos os hemisférios, desde 1850 e também são evidentes em muitos registros astronômicos. O ciclo de 60 anos é particularmente fácil de observar na temperatura de superfície máxima significativa, que ocorreu em 1880-1881, 1940-1941 e 2000-2001. Esses são atualmente os mais quentes períodos e coincidiram com momentos em que as posições orbitais de Júpiter e Saturno eram relativamente perto do Sol e da Terra.
O ciclo de modulação de 60 anos também corresponde ao aquecimento / resfriamento induzido na superfície do oceano que parece estar correlacionado com a freqüência mais importante de furacões no Atlântico, e também é visto no aumento do nível do mar “desde 1700 não apenas como o mar, mas também em numerosos registros de terra que remonta aos indícios nos seculos Ante de Christo como outra prova  do ciclo de 60 anos, referenciados em textos antigos em sânscrito e ciclos observados das chuvas de monção. Scafetta acredita que um ciclo natural do clima de 60 anos está associado e também pode explicar os horários adotados na civilização tradicional chinesa, Tamil e tibetanos, já que todas as grandes civilizações antigas tinham conhecimento dos ciclos de 20 anos e 60 anos de Júpiter e Saturno. Na verdade,  Scafetta observou que na tradição hindu, o ciclo de 60 anos é conhecido como o ciclo de Brihaspati, o nome de Júpiter, e cerimônias especiais são celebrados por algumas pessoas a cada 60 anos, como a cerimônia Sigui na população Africana do Dogon.1x1.trans | Aquecimento Global Não Existe mas sim Mudanças Climáticas Previsíveis
Reconstruções adequadas e precisas sobre os ciclos naturais de 20 anos e 60 anos, juntamente com outros estudos independentes, indicam que o IPCC tem superestimado a sério a contribuição humana para o clima. Por exemplo, de acordo com todas as simulações GCM, o aumento da concentração de CO2 deve produzir uma  maior tendencia de aquecimento com a altitude tropical, coisa que  é o oposto do que balões meteorológicos e observações por satélite realmente nos mostram.
As interpretações da GCM também disse que a atividade vulcânica pode ter contribuído uma influência de compensação de 0,1-0,2 graus de arrefecimento entre 1970-2000. No entanto, esta conclusão parece superestimar significativamente o sinal porque os modelos prevêem picos vulcânicos profundos e resfriamento associado com as erupções que são observados a ser muito menor nos registros da temperatura global da superfície. Conseqüentemente, isso também sugere que o efeito do aquecimento entre 1970-2000 atribuídas à influência humana deve ser reduzida.  Além disso, alguns dos 0,5 graus do aquecimento observado e registrado pelas estações de monitoramento na superfície durante o período 1970 – 2000 e que os modelos do IPCC dizem associadas às emissões humanas de gases do efeito estufa, pode ser explicada como o efeito chamado  ” ilha de calor urbana ”e outras influências ou mudanças no uso da terra.
Finalmente, os três principais fontes de registros da temperatura global disponível na superfície indicam uma tendência constante de refrigeração desde 2001. Estas medidas contradizem o aquecimento fornecido por todos os modelos do IPCC, no mesmo período são atribuídos principalmente a um aumento contínuo das emissões de CO2. Na verdade, somente um registro da temperatura da superfície global mostra um ligeiro aumento de temperatura desde 2001. Isto ocorreu devido à falta de dados de temperatura que tinha de ser ajustada ou feita para concluir a gravação.
A Duke University e os estudos realizados pelo JPL, da NASA,  estimam que até 0,3 graus de aquecimento registrados entre 1970-2000 pode ter sido causada naturalmente pelo ciclo de 60 anos de modulação durante o aquecimento, pelo menos 43-60% dos 0,5-0,7 graus, presumivelmente pode ser causado por emissões humanas de gases do efeito estufa. O aquecimento natural pode ainda ser explicado por um aumento na atividade solar nos últimos quatro séculos, assim como simplesmente ser parte de uma retomada do aquecimento natural e persistente desde o fim da Pequena Idade do Gelo desde 1300 até 1900.
Nicola Scafetta  conclui que o método científico requer que um modelo físico satisfaz duas condições … deve ser capaz de reconstruir e prever  pelas observações físicas diretas. Aqui, ele argumenta que todos os modelos climáticos usados ​​pelo IPCC não pode fazer nenhuma dos dois. “Eles não podem reconstruir adequadamente, mesmo grandes multi-decenal flutuações que reconstruir a temperatura da superfície global e que fizeram a mudança climática significativa. Como resultado as projeções do IPCC para o século 21 não podem ser confiáveis. Na verdade, ele argumenta que com a reconstrução adequada dos ciclos de 20 anos e 60 anos de mudança natural, descobrimos que as GCMs IPCC seriamente superestimou a magnitude da contribuição antropogénica do recente aquecimento. ”
Ao contrário dos modelos atuais do IPCC, o modelo astronomico pode ter um valor  real na  harmônica  previsão climática. Combinando as últimas informações e tendências com padrão cíclico natural, Scafetta está convencido de que a temperatura global “não pode aumentar significativamente nos próximos 30 anos, principalmente por causa da fase negativa do ciclo de 60 anos.” Ele continua a dizer: “Se os ciclos pluri-decadais  (o para  alguns autores têm contribuído significativamente para o aquecimento observado entre 1.700-2.010 e pode contribuir para um resfriamento mais natural até 2100) foram ignoradas, as mesmas emissões causadas significariam um aquecimento global de cerca de 0,3-1 , 2 ° C até 2100, em contraste com a projeção de 1,0 a 3,6 ° C de aquecimento do IPCC “
O projeto-modelo adoptado por Scafetta nos diz que o clima global pode permanecer estável até cerca de 2030-2040 (como tem sido observado em 1940-1970), pois o ciclo de 60 anos entrou na sua fase atual de resfriamento por volta de 2000 – 2003. Na verdade o presente período quente pode ser o topo de um ciclo natural como fez milhares de anos no tempo dos romanos e medievais.
Quando perguntei a Nicola quanta confiança  ele tinha em seu prognóstico, ele respondeu:“Claro que há a necessidade de esperar e ver, e como eu disse no documento, ciclos adicionais podem ser necessários para uma melhor previsão. Afinal, as marés do oceano estão agendadas em 30-40 astronômicos constituintes harmônicas, enquanto no modelo proposto que eu usei apenas quatro harmônicos. No entanto, no documento que eu criei, é mostrado que uma vez que o modelo proposto foi calibrado entre 1850-1950, foi capaz de reproduzir a temperatura de modulação multi-ano e dez anos observada entre 1950-2011, e vice-versa . Desde 2000, o modelo conquistou assim a tendência mostrada pelos dados de temperatura constante de refrigeração, enquanto todos os IPCC GCM falharam o prognóstico, proporcionando um aquecimento constante.”
(Fontes: http://www.forbes.com/sites/larrybell/2012/01/10/global-warming-no-natural-predictable-climate-change/
http://wattsupwiththat.com/2012/01/09/scaffeta-on-his-latest-paper-harmonic-climate-model-versus-the-ipcc-general-circulation-climate-models/
http://daltonsminima.altervista.org/ e http://sandcarioca.wordpress.com/2012/02/01/aquecimento-global-nao-mudancas-climaticas-naturais-e-previsiveis-de-nicola-scafetta/#content)

Publicação de arquivo de urandir em 2011-12-10 09:14:38.
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