Turquia 2014

1x1.trans | Projeto Portal realiza evento em Dara na Turquia
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Urandir Galeria

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Origem, Evolução e Natureza da Vida explicados por nova teoria radical

 Para a nova teoria, os pilares da criação são mecanismos guiados por leis naturais, das quais a vida é uma parte imanente e pervasiva
Fonte: Site Inovação Tecnológica – Baseado em artigo de Jessica Studeny

1x1.trans | Origem, Evolução e Natureza da Vida explicados por nova teoria radicalA Terra é viva, propõe uma nova e revolucionária teoria científica da vida. A proposta está sendo feita por Erik Andrulis, professor de biologia molecular e microbiologia da Universidade Case Western, nos Estados Unidos.
O cientista desenvolveu um modelo que pretende nada menos do que unificar a física, a química e a biologia.A teoria trans-disciplinar demonstra que objetos supostamente inanimados e não-vivos – por exemplo, planetas, a água, as proteínas e o DNA – são na verdade animados, ou seja, vivos.
Com o seu amplo poder explicativo, aplicável a todas as áreas da ciência e da medicina, este novo paradigma pretende catalisar um verdadeiro Renascimento.
Nota da Redação do Projeto Portal: A teoria elaborada pelo Dr. Erik Andrulis e já aceita em revistas especializadas aproxima-se das informações que as 49 raças parceiras do Projeto Portal passam aos pesquisadores. As inteligências de outros mundos consideram que tudo no Universo está vivo e move-se de acordo com seu desenvolvimento.
Erik Andrulis adiantou seu controverso arcabouço teórico no manuscrito “Teoria da Origem, Evolução e Natureza da Vida”, publicado no jornal científico Life, que é revisado pelos pares – ou seja, outros cientistas acataram a proposta como, no mínimo, digna de ser lida.1x1.trans | Origem, Evolução e Natureza da Vida explicados por nova teoria radical
Emergência da vida no Universo
A teoria explica não só a emergência evolutiva da vida na Terra e no Universo, como também a estrutura e a função desde as células até as biosferas.
Além de resolver paradoxos e enigmas que têm persistido na química e na biologia, a teoria do Dr. Andrulis unifica a mecânica quântica e a mecânica celestial.
Sua solução nada ortodoxa para este problema quintessencial na física difere das abordagens tradicionais, como a teoria das cordas – para Andrulis, a solução é simples, não-matemática, e experimentalmente e experiencialmente verificável.
Como tal, o novo retrato da gravidade quântica é radical.
Teoria radical explica origem, evolução e natureza da vida
Dr. Erik D. Andrulis, autor da nova Teoria da Origem, Evolução e Natureza da Vida. [Imagem: Case Western]
Redemoinho da vida
A ideia básica da teoria do Dr. Andrulis é que toda a realidade física pode ser modelada por uma única entidade geométrica, com características de vida: o redemoinho, ou giro.
O chamado “giromodelo” retrata objetos-partícula, átomos, compostos químicos, moléculas e células, como pacotes quantizados de energia e matéria que oscilam ciclicamente entre estados fundamentais (não-excitados) e animados (excitados) em torno de uma singularidade, o centro do giromodelo.
Uma singularidade é ela própria modelada como um giro, totalmente compatível com a natureza termodinâmica e fractal da vida. Um exemplo dessa organização aninhada, auto-similar, pode ser encontrado nas bonecas russas Matryoshka.
1x1.trans | Origem, Evolução e Natureza da Vida explicados por nova teoria radicalLeis da natureza
Ajustando o giromodelo para fatos acumulados ao longo da história científica, o Dr. Andrulis confirma a existência, proposta por sua teoria, de oito leis da natureza.
Uma delas, a lei natural da unidade, decreta que a célula viva e qualquer parte do universo visível são irredutíveis. Esta lei estabelece formalmente que não há uma realidade física.
Outra lei natural determina que os reinos atômico e cósmico obedecem a restrições organizacionais idêntica – simplificando, os átomos do corpo humano e os sistemas solares no Universo movem-se e comportam-se exatamente da mesma maneira.
Teoria radical explica origem, evolução e natureza da vida
O novo paradigma oferece uma fundamentação teórica à premissa de Gaia, de James Lovelock. [Imagem: U.C.Riverside]
Teoria da vida
“A ciência moderna não tem uma teoria da vida interdisciplinar, unificante. Em outras palavras, as teorias atuais são incapazes de explicar por que a vida é do jeito que é, e não de outra forma,” diz o Dr. Andrulis.
“Este paradigma geral fornece uma perspectiva nova e estimulante sobre o caráter e o sentido da vida, oferece soluções para problemas que persistem [nas teorias atuais] e se esforça para acabar com os debates desagregadores,” completa.
Um desses debates gira em torno do mérito científico da popular hipótese de Gaia, de James Lovelock.
Ao mostrar que a Terra é teoricamente sinônimo de vida, o paradigma do Dr. Andrulis fundamenta a premissa de Gaia de que todos os organismos e seu ambiente na Terra estão intimamente integrados para formar um único e complexo sistema auto-regulador.
Outra briga lendária é a que persiste entre os criacionistas bíblicos e os evolucionistas neo-darwinistas.
Ao demonstrar que a origem e a evolução da vida são consequências de leis naturais e forças físicas, a nova teoria sintetiza argumentos e desconstrói suposições de ambos os lados do debate criação-evolução.
Equilíbrio
Para testar seu paradigma, o Dr. Andrulis projetou diagramas bidirecionais de fluxo que tanto descrevem quanto preveem a dinâmica da energia e da matéria.
Embora tais diagramas possam ser estranhos para alguns cientistas, eles usam a notação das reações que é clássica para os químicos, bioquímicos e biólogos.
Como ocorre com todas as novas teorias, a única coisa possível de adiantar com relação à proposta do Dr. Andrulis é que ela suscitará debates apaixonados – e paixões quase nunca levam a primeiros comportamentos equilibrados.(Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=teoria-radical-explica-origem-evolucao-natureza-vida&id=010125120128)

Publicação de arquivo de urandir em 2012-01-29 03:18:55.
bibliografias:
Urandir - Urandir site Urandir
Urandir Ufologia Urandir
Urandir web archive - Urandir web link Urandir | Projeto Portal | Urandir Oliveira | Urandir Fernandes de Oliveira

Como funciona a mente Humana: Os Níveis Mentais

1x1.trans | Como funciona a mente Humana: Os Níveis MentaisA mente humana é uma faculdade sensorial da inteligência. Sua função é captar informações que são armazenadas nos neurônios cerebrais pelos outros sentidos normais do ser humano. Nossa mente tem condições de captar e imprimir qualquer tipo de informação em uma célula viva. Através de nossa vontade, temos condições de entrar em sintonia com qualquer centro cerebral e levar à consciência a informação que se encontra ali armazenada.

De acordo com as freqüências das ondas cerebrais, os níveis mentais estão dentro de três grupos:

Nível astral

No nível astral, a mente atua no consciente interior, ou seja, limitada ao campo energético do corpo (aproximadamente 7 metros de circunferência em torno do corpo) e em freqüências muito lentas, em baixas vibrações: a freqüência cerebral varia de 0,1 a 8 ciclos por segundo.

A atuação do cérebro nos níveis do plano astral é desenvolvida naturalmente e automaticamente. Por exemplo, as pessoas atuam no plano astral quando meditam, choram e durante a maior parte do tempo quando dormem. E fazem isso de forma natural e automática. Neste plano, ocorre a imaginação e a criação, mas não a realização com bastante intensidade ou rapidez. Ocorre autocura, por exemplo, mas com lentidão1x1.trans | Como funciona a mente Humana: Os Níveis Mentais.

Uma vez que as freqüências cerebrais diminuem, as energias e sua proteção também reduzem, tornando a mente e o corpo vulneráveis às energias negativas – o que não ocorre no nível mental. Além disso, o plano astral não favorece o desenvolvimento da paranormalidade e evolução mental, pois a mente precisa estar constantemente em níveis acelerados para tal.

Alfa

O nível alfa, é o nível da criação, é quando você relaxa, faz projeções. Podemos usufruir dele tanto consciente como inconscientemente. Podemos alcançar um relaxamento maior e é onde criamos, pensamos, desejamos, programamos sonhos. É um estado de sono não profundo, no qual não sonhamos. A freqüência de rotação do cérebro varia de 5 a 8 ciclos por segundo.

Teta

Atingir o nível teta, exige um relaxamento profundo. É quando a pessoa dorme profundamente e sonha. Nesta freqüência, através da sugestão hipnótica, pode-se realizar cirurgias num paciente, sem anestesia e sem dor. Em teta, a rotação cerebral atinge de 2 a 4 ciclos por segundo.

Delta

O nível delta, é o nível da inconsciência. Nele somente o subconsciente está agindo. Seria semelhante a um estado de coma, ou nível no qual nos encontramos no mundo espiritual. Em delta, a freqüência de rotação cerebral permanece na faixa de 0,1 a 1 ciclo por segundo.

Podemos treinar nossa mente a usar qualquer campo sensorial, ou seja, atuar em qualquer uma dessas freqüências com a mesma facilidade com que atua nos sentidos de sensações biológicas. Tudo é apenas questão de treinamento e dedicação. Esses são níveis que exigem concentração em estado de relaxamento profundo para se atingir resultados satisfatórios, a curto ou longo prazo.

São todos níveis em que o cérebro funciona em freqüências muito lentas, baixas vibrações. Isto agora não nos interessa mais, porque nossa mente precisa estar constantemente em níveis acelerados para ficar compatível com as mudanças planetárias.

No nível astral, nós imaginamos, criamos, mas não nos realizamos com bastante intensidade ou rapidez. A cura, por exemplo, ocorre, mas com lentidão. Você tem proteção, mas pode diminuí-la, se não souber mentalizar direito.

Na nossa vida normal já estamos por bastante tempo no nível astral enquanto dormimos, pensamos, desejamos ou sonhamos. Este nível atua no consciente interior e é desenvolvido por nós automaticamente. Precisamos desenvolver, portanto, os níveis superiores a beta.

Algumas faculdades mentais podem ser realizadas tanto no astral como no mental, por exemplo: telepatia, clarividência, premonição e energização. Algumas delas, inclusive, nos permitem a comunicação com entidades e seres de outras dimensões.

Tanto no astral como no mental, os fenômenos e seus efeitos são ilimitados. A diferença que existe entre eles é muito simples de ser identificada. No astral ocorre a realização dos fenômenos de maneira invisível, quando não podemos ver materialmente a energia atuando no processo, pois ela não sai do nosso campo energético.
Nível intermediário

O nível intermediário, também chamado de estado de vigília é o estado normal das pessoas durante suas ações comuns. Ele é formado por apenas um único nível de estado, com freqüências cerebrais trabalhando em uma velocidade intermediária entre os níveis do plano mental e astral. Neste plano não são desenvolvidas nenhuma atividade ou fenômeno paranormal.
Beta

Na freqüência beta, ou estado de vigília, estão associados os cincos sentidos físicos: tato, paladar, olfato, visão e audição. Nela realizamos as ações comuns de nossa vida como falar e pensar, enfim, passamos o dia em beta. Ela é o ponto intermediário entre os planos astral e mental. Neste nível, a frequência cerebral varia de 9 a 14 ciclos por segundo.
Nível mental

No nível mental, a mente atua no consciente exterior, ou seja, além do campo energético do corpo (que tem aproximadamente 7 metros de circunferência em torno do corpo), permitindo, por exemplo, emissão de energia, realização de efeitos físicos, atuação na matéria ou mente de outras pessoas à distância.

Por ser um nível raramente estudado, existem poucos paranormais de efeitos físicos em todo o mundo, que são aqueles capazes de deixar a mente em estado de concentração alterada e realizar fenômenos físicos.

Jesus Cristo é um exemplo de paranormal que atingiu 100% da sua capacidade mental, deixando como legado o exemplo o uso de níveis mentais para realizar efeitos físicos e provocar a autocura rapidamente, pois neste nível a mente funciona em ritmo acelerado e os resultados são instantâneos.

“Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas.” (João, 14: 11 a 13).

“Basta ser sincero e desejar profundo, você será capaz de sacudir o mundo.” Raul Seixas

Desejar profundo, em níveis mentais, significa desejar alguma coisa sem duvidar de sua realização. Significa trazer esta coisa para perto, imaginar-se dentro dela, usando-a conforme o caso, ver materialmente o objetivo ou circunstância já fazendo parte de sua vida, sendo algo já conquistado e definitivo. Isso deve ser feito em estado de total consciência, sem relaxamento, o que significa que sua mente estará em estado de concentração alterada.

Os níveis acima de beta são caracterizados pelas altas freqüências cerebrais, para elevação de vibrações e são esses níveis que iremos trabalhar, no seu desenvolvimento.
Mental superior

No nível mental superior (logo acima de beta) ainda acontecem algumas realizações do astral como o desejo, a projeção e a telepatia. As ações permanecem a nível do consciente interior, ou seja, nosso subconsciente não emite energia para além do campo energético do nosso corpo.

O campo energético interno tem um raio de ação de seis a sete metros de circunferência, tomando nosso corpo como centro. Este é o raio de ação que se vai alcançar no mental superior. Até mesmo a telepatia, a uma distância maior, não deverá funcionar satisfatoriamente. Preparamos nossa mente neste nível para programar sonhos, interpretá-los, ativar a percepção e os poderes extrasensoriais. Também para alcançar uma preparação para o início da realização de fenômenos paranormais. No mental superior a rotação cerebral varia de 15 a 20 ciclos por segundo.

O desejar profundo, em nível mental, significa desejar alguma coisa sem duvidar de sua realização. Trazer esta coisa para perto de você, imaginar-se dentro dela usando-a, conforme o caso. Ver materialmente o objetivo ou circunstância fazendo parte de sua vida, sendo algo já conquistado e definitivo. Isso deve ser feito em estado de total consciência, sem relaxamento, o que significa que sua mente estará em estado de concentração alterada.
Mental físico

No nível mental físico realizamos fenômenos físicos como entortar metais, levitar objetos, influenciar pessoas, transmitir mensagens telepáticas com grande eficiência, causar sensações em outras pessoas ou mudar o sentimento e o pensamento delas de forma benéfica. O cérebro apresenta uma rotação de 21 a 26 ciclos por segundo.
Mental dimensional

O nível mental dimensional é aquele no qual se trabalha com dimensões diferentes das que vivemos normalmente. Neste nível podemos realizar transmutações, materializações ou desmaterializações de objetos e até mesmo de nosso corpo. É um nível ainda bem pouco explorado. Nele podemos realizar viagens por outras dimensões com nosso corpo físico. A esse nível, o cérebro estará com rotação de 27 a 32 ciclos por segundo.

Acima de 17 ciclos por segundo, os resultados só são positivos. A energia cósmica, a este nível só pode ser usada positivamente ou, no máximo, pode ficar neutra, nunca negativa, e nossa aura amplia.

Quando estamos no astral podemos ficar vulneráveis, a vibração baixa e a energia deste nível pode ser usada negativamente. O campo energético pode baixar, não só na meditação, mas também quando a pessoa chora ou dorme, pois a aceleração de suas freqüências cerebrais diminui, assim como a energia e, logicamente, a sua proteção. Assim, pensamentos negativos, vibrações negativas não só de pessoas, como também do ambiente, influenciam a aura dessa pessoa, podendo absorvê-los.

Temos então de trabalhar a energia vibracional. Quanto mais a pessoa se desenvolve, faz exercícios e utiliza adequadamente sua energia, mais a vibração vai se acelerando. Os estímulos emocionais e sexuais, quando utilizados de forma apropriada, facilitam muito na ampliação do nosso campo energético.

Mas a aceleração das freqüências cerebrais não pode ser feita aleatoriamente, deve ser da forma adequada para cada um, com orientações e técnicas corretas. Podemos subir a aceleração, mas dentro de uma escala evolutiva, dentro de determinadas regras, com exercícios apropriados para que a pessoa não se prejudique.

Também é importante ressaltar que se uma pessoa está com sua vibração acelerada, seu campo ampliado, as pessoas à sua volta entrarão em sintonia e, em conseqüência, serão também equilibradas.
Mental energético

Nesse nível, a frequência cerebral está acima de 32 ciclos por segundo.

Publicação de arquivo de urandir em 2012-02-10 04:14:27.
bibliografias:
Urandir - Urandir site Urandir
Urandir Ufologia Urandir
Urandir web archive - Urandir web link Urandir | Projeto Portal | Urandir Oliveira | Urandir Fernandes de Oliveira

Mapeamento geotécnico não é eficiente na prevenção de desastres

Fonte: 1x1.trans | Mapeamento geotécnico não é eficiente na prevenção de desastres

1x1.trans | Mapeamento geotécnico não é eficiente na prevenção de desastresAs consequências dos desastres naturais do Brasil evidenciam cada vez mais, a fragilidade do país para lidar com o assunto. Hoje, apenas 3,4% dos municípios possuem cartas geotécnicas, um instrumento essencial para prevenir catástrofes naturais.

Segundo um levantamento do governo federal, 735 municípios em nove Estados brasileiros têm áreas com risco de deslizamento. Do total, apenas 25 dispõem de cartas geotécnicas dos morros e das encostas.
As cartas revelam aspectos fundamentais do problema e podem servir de base para a aplicação de ações das autoridades responsáveis. Em outras palavras, o mapeamento faz uma análise técnica do tipo de solo e das rochas, e da declividade das encostas de determinado local, além do comportamento do terreno frente a uma possível ocupação urbana, ficando mais fácil detectar os riscos reais da região.
É claro, que só o mapeamento detalhado de uma região não bastaria. Ele só serviria num trabalho conjunto com ações governamentais. De qualquer maneira é um bom começo no qual ainda estamos longe. “O Brasil não tem um levantamento completo, sistemático, permanente e os estudos de risco geológico são essenciais, são o principal instrumento de segurança”, explica o geólogo Renato Eugênio de Lima, diretor do Centro de Apoio Científico em Desastres da Universidade Federal do Paraná.
No verão deste ano, a região serrana do Rio de Janeiro foi cenário do pior desastre natural da história do Brasil. Mais de 900 pessoas morreram em deslizamentos de terra concentrados em Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto.
Até seria possível prever um caso como este, mas seriam necessários estudos, com equipamentos que medissem o aumento do volume de água no solo, as condições topográficas do terreno e as características do solo, defende Noris Costa Diniz, coordenadora de riscos de deslizamentos do Centro de Moni­toramento e Alerta de Desastres Naturais do Ministério da Ciência e Tecnologia.
Atualmente, 60% das mortes em decorrência de desastres naturais no Brasil ocorrem em deslizamentos, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.
Verão de 2012
A grande promessa para o próximo verão é de que 20 cidades brasileiras recebam o Sistema de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais. A ideia é que equipamentos envie informações sobre possíveis catástrofes com horas de antecedência, possibilitando a retirada de pessoas das áreas de risco. O Centro Nacional de Prevenção será implantado em Cachoeira Paulista, no Vale do Paraíba em São Paulo e o trabalho será feito em conjunto com outros órgãos, como a Defesa Civil Nacional. (Fonte: Apolo11.com – Todos os direitos reservados )

Publicação de arquivo de urandir em 2011-12-10 04:02:12.
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A polêmica do papiro da Esposa de Cristo continua

Afinal, o famoso Papiro da Esposa de Cristo é verdadeiro ou falso ?

Entenda os posicionamentos da ciência e da religião a respeito dessa polêmica sobre o Papiro de Cristo

Após ter sido anunciado e apresentado no 11x1.trans | A polêmica do papiro da Esposa de Cristo continua0º Congresso Internacional de Estudos Coptas realizado em Roma no dia 18/09/2012, um fragmento de papiro vem sendo tema de intensas discussões e debates. O papiro estudado pela Universidade de Harvard pela pesquisadora Karen King, escrito em linguagem copta, a principal forma de escrita usada pelos cristãos no antigo Egito, apresenta em uma frase a citação atribuida a Cristo em que le-se “Jesus lhes disse, minha esposa …”  . Esta pequena frase polêmica vem levantando antigas questões a respeito de um possível matrimônio de Jesus. Este fato repercutiu na mídia e imprensa mundial, levando a comunidade Cristã e o próprio Vaticano a tomarem partido desses comentários.
Após a divulgação inicial da descoberta no Congresso Copta em Roma, Karen King 1x1.trans | A polêmica do papiro da Esposa de Cristo continuacolocou todas informações no site da Escola de Teologia de Harvard, sendo analisado de imediato pelo Professor e Pesquisador Roger Bagnall da Universidade de Columbia, que considerou o papiro como verdadeiro.
Em seguida, no dia 27/09/2012, o Vaticano se pronunciou através de seu periódico oficial L’Osservatore Romano com o artigo intitulado “Um papiro à deriva” assinado pelo professor Alberto Camplani da Universidade La Sapienza de Roma, onde nega veementemente a autenticiade do papiro. Isso foi fato que gerou comentários e artigos em centenas de sites religiosos e Católicos em todo o mundo, repassando a idéia de que o “Papiro da Esposa de Cristo” era Falso. TVs e jornais também divulgaram a posição do Vaticano como sendo a última palavra.

Porém, diante de toda a polêmica e da falta de maiores informações, a equipe da UFOBR foi em busca de maiores detalhes a fim de elucidar as dúvidas pertinentes ao caso. Assim sendo, nossa equipe de reportagem entrevistou os maiores envolvidos na questão da autenticidade do fragmento de papiro.

Segue abaixo algumas perguntas e respostas que fizemos ao Professor de História Clássica da Universidade de Columbia, Roger Bagnall:

1x1.trans | A polêmica do papiro da Esposa de Cristo continuaEquipe UFOBR: Professor, sabemos que o senhor avaliou o Papiro da Esposa de Cristo como autêntico. Para elucidadar a questão da autenticidade dele, quais detalhes técnicos você se baseou?
Roger Bagnall: – “Foi usada a paleografia, análise da condição física do papiro, análise da disposição da tinta no papiro, informações sobre a sua proveniência, assim como cálculos probabilísticos.”

Equipe UFOBR:  Foi realizada análise espectrográfica da tinta?
Roger Bagnall: – “A análise espectográfica será realizada no próximo mês.”

Equipe UFOBR:  Embasado em sua classificação do papiro como autêntico, em sua opinião, por que você acha que o Vaticano está relutante em admitir que o papiro é legítimo?
Roger Bagnall: – “Eu não tenho idéia a respeito do pensamento do Vaticano.”

Equipe UFOBR:  Na sua opinião, você acredita que Jesus foi casado?
Roger Bagnall: – “Pessoalmente, Eu não tenho nenhuma idéia.”

Refizemos algumas perguntas similares ao professor italiano Alberto Camplani, especialista em língua copta e professor de História do Cristianismo na Universidade La Sapienza de Roma, que se pronunciou representando o Vaticano em seu jornal oficial.

1x1.trans | A polêmica do papiro da Esposa de Cristo continuaEquipe UFOBR: Professor, Para resolver a questão da autenticidade do Papiro da Esposa de Cristo, quais detalhes técnicos o senhor usou para avaliar a autenticidade de papiro?
Alberto Camplani : – “Até agora, os pesquisadores têm à sua disposição apenas a fotografia disponível no site da Universidade de Harvard. A avaliação é então feita com base no tipo de escrita, o tipo de fragmento. A maior parte dos coptologistas de Roma avaliaram a escrita como muito diferente da escrita normal de códigos literários coptas do século IV. Além disso, o texto apresenta alguns problemas de gramática, vocabulário e sintaxe elementar, sugerindo uma pessoa inexperiente, que usou o Evangelho de Tomé para escrever uma cena em um diálogo entre Jesus e seus discípulos.”

Equipe UFOBR: Foi realizada análise espectrográfica da tinta?
Alberto Camplani : – “A tinta será analisada em breve. Os resultados desta análise não serão fáceis de avaliar, uma vez que seria possível que um falsificador moderno usasse a mesma tinta, fazendo parecer que é antiga.”

Equipe UFOBR: Sabemos que o senhor avaliou o papiro como falso. Por qual motivo você acha que o Vaticano insiste em classificar que o papiro é falso?
Alberto Camplani : – “Para meu conhecimento, não é a posição do Vaticano sobre o assunto. Há um julgamento breve e grave do meu colega professor  Giovanni  Maria Vian, diretor do L’Osservatore Romano, até alguns anos atrás Professor de Sabedoria da literatura Cristã Antiga. Então há um artigo meu mais antigo que é caracterizado por tons suaves. Mas em nenhum caso pode-se falar de uma posição tomada pelo Vaticano, envolvido em questões muito mais difíceis e complexas.”

Equipe UFOBR: Na sua opinião, você acha que Jesus foi casado ?
Alberto Camplani : – “Acredito firmemente nas evidências dos Evangelhos e de outras literaturas Cristãs antigas que são todas contrárias à visão de que Jesus  era casado. Nem eu entendo porque alguém questione o celibato na antiguidade, embora o celibato e casamento eram muito discutidos nas antigas comunidades cristãs.”

Diante das argumentações de ambos os lados, professores renomados em universidades também de renome, nossa equipe de redação percebeu o seguinte:
O representante do Vaticano, mesmo sem ter acesso físico ao papiro para examiná-lo contesta sua autenticidade. Ainda, em relação a análise da tinta, mesmo antes de serem realizados os testes espectrográficos, o professor já questiona o resultado. Segundo o professor Camplani, houve uma atitude precipitada por parte do diretor do Jornal do Vaticano em negar a veracidade do papiro, mesmo sem as análises necessárias, e mesmo contradizendo renomados cientistas de   outras universidades que, de posse do papiro, o pré-avaliaram como verdadeiro.

Assim, a redação do UFOBR constatou uma análise tendenciosa pelo lado da Igreja em negar a todo o custo uma possível evidência do matrimônio de Jesus, fato que colocaria em questão todos ensinamentos católicos dos últimos 2 mil anos.

Vamos aguardar os próximos capítulos sobre o famoso Papiro da Esposa de Cristo.

Publicação de arquivo de urandir em 2012-10-09 02:31:11.
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Artefatos de 15 mil anos põe em dúvida teoria da colonização americana

Fonte: UOL

1x1.trans | Artefatos de 15 mil anos põe em dúvida teoria da colonização americana A descoberta no Texas (EUA) de um sítio arqueológico contendo milhares de vestígios de 15.500 anos atrás faz recuar em pelo menos 2 mil anos as estimativas de chegada dos primeiros ocupantes à América, além de colocar em dúvida a teoria atual sobre a colonização do continente. Uma corrente em vigor acredita que as primeiras tribos americanas fariam parte da cultura denominada Clóvis, com traços encontrados em vários pontos, a partir de 1932.

Segundo esta hipótese controversa, os portadores desta cultura, caracterizada por uma técnica muito particular de entalhe de pontas de sílex de dois gumes, teriam vindo da Ásia há cerca de 13.500 anos através do Estreito de Bering, durante a Era do Gelo. Eles teriam, em seguida, se espalhado por todo o continente, até chegar à América do Sul.

Nota da Redação do Projeto Portal: Cada dia que passa surge uma nova descoberta que coloca em cheque teorias já existentes, não só na área da antropologia, como a matéria publicada no site www.uol.com.br, mas também em toda a ciência. Será que a história da humanidade é bem diferente do que conhecemos até hoje? A exemplo da Terra Convexa em seus continentes, teoria proposta pelo ET Bilu que está em fase de testes para uma possível comprovação ou não, quem sabe logo não iremos nos deparar com uma versão totalmente nova sobre o povoamento de nosso planeta? A próxima revelação do ET Bilu, que ainda não tem data marcada, será sobre a origem do homem.

O novo sítio arqueológico texano, chamado “Debra L. Friedkin” e situado a cerca de 60 km ao noroeste de Austin, documenta com um número de indícios sem precedentes uma ocupação humana do continente americano anterior à cultura Clóvis.
O achado coloca em dúvida a teoria atual dos primeiros povos americanos, destacou Michael Waters, diretor do Centro de Estudos dos Primeiros Americanos da Universidade do Texas e principal autor do trabalho, publicado na revista americana Science, que estará nas bancas a partir desta sexta-feira (25).
“Essa descoberta nos força a repensar as origens da colonização das Américas”, insistiu o pesquisador. “Não há dúvidas de que essas ferramentas e armas foram fabricadas por humanos e que têm cerca de 15.500 anos de idade, o que faz delas os vestígios mais antigos encontrados até hoje na América do Norte”, acrescentou.
“Isso é importante para fazer avançar o debate sobre a data de chegada dos primeiros ocupantes das Américas, mas também para nos ajudar a compreender as origens da cultura Clóvis”, segundo ele.
Michael Waters destacou durante uma teleconferência que a teoria do povoamento do continente americano pela cultura Clóvis possui várias grandes falhas.
Por exemplo, não existe qualquer traço da “tecnologia” de entalhe de sílex dos Clóvis no nordeste da Ásia, de onde esses colonizadores teriam vindo.

Ainda, as pontas de flechas de sílex descobertas no Alasca e que precediam em mil anos à chegada da tribo Clóvis foram fabricadas de forma diferente.
Enfim, acrescenta esse arqueólogo, seis sítios datando do mesmo período da “cultura Clóvis” descobertos na América do Sul não contêm qualquer traço que possa ser assimilado a essa “cultura”.
“Esses fatos levam à conclusão de que os Clóvis não poderiam ser os primeiros americanos e que outros homens já se encontravam na América antes”, completou o cientista.
Entre os indícios anteriores, o cientista menciona, principalmente, dois sítios no Wisconsin (norte) datando de 14.200 a 14.800 anos, as cavernas de Paisley no Oregon (14.100 anos) e Monte Verde, no sul da América do Sul (14.500 anos).
“Resumindo, chegou a hora de abandonar de uma vez por todas a teoria da colonização dos Clóvis e elaborar um novo modelo que explique o povoamento das Américas. Nesse sentido, o sítio Debra L. Friedkin deu um grande passo em direção a essa nova compreensão dos primeiros habitantes do novo mundo”, insistiu Michael Water. A datação é feita através de uma técnica por luminescência, calculando-se quando os sedimentos que cobrem os vestígios foram expostos à luz pela última vez.

Publicação de arquivo de urandir em 2011-10-28 03:58:18.
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