Turquia 2014

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Urandir Galeria

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A Rotação da Terra é medida pela primeira vez!

Fonte: Inovação Tecnológica
1x1.trans | A  Rotação da Terra é medida pela primeira vez! Um grupo com pesquisadores da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, tornou-se a primeira equipe do mundo a detectar mudanças no eixo da Terra através de medições em laboratório.

Até hoje, os cientistas somente conseguiam rastrear as mudanças no eixo polar indiretamente, monitorando corpos celestes “fixos” no espaço com a ajuda de 30 radiotelescópios.
Para fazer uma medição direta, eles construíram o anel de laser mais estável do mundo, dentro de um laboratório subterrâneo, e o utilizaram para determinar as alterações na rotação da Terra.
Balanço de Chandler
A Terra oscila constantemente. Tal como um pião que é tocado enquanto gira, seu eixo de rotação oscila em relação ao espaço. Isto é em parte causado pela gravidade do Sol e da Lua. Ao mesmo tempo, o eixo de rotação da Terra muda constantemente em relação à superfície da Terra.
Por um lado, isso é causado pela variação na pressão atmosférica, no movimento dos oceanos e no vento. Esses elementos se combinam em um efeito conhecido como oscilação de Chandler, ou balanço de Chandler, para criar o movimento polar. Levando o nome do cientista que o descobriu, esse fenômeno tem um período de cerca de 435 dias.
Por outro lado, um evento conhecido como o “balanço anual” faz com que o eixo de rotação mova-se ao longo de um período de um ano. Isto se deve à órbita elíptica da Terra em torno do Sol.
Estes dois efeitos fazem com que o eixo da Terra migre de forma irregular ao longo de uma trajetória circular, com um raio de até seis metros.
Medindo a rotação da Terra
Capturar esses movimentos é crucial para manter um sistema de coordenadas confiável – como o GPS (Estados Unidos), Galileo (Europa), Glonass (Rússia) ou Beidou (China) – que possa alimentar sistemas de navegação ou rotas em viagens espaciais.
“Localizar um ponto no centímetro exato de posicionamento global é um processo extremamente dinâmico – afinal, em nossa latitude [na Alemanha], estamos nos movendo em torno de 350 metros a leste por segundo,” explica o Prof. Karl Ulrich Schreiber.
A orientação do eixo da Terra em relação ao espaço e sua velocidade rotacional são, atualmente, determinados em um processo complicado, que envolve 30 radiotelescópios ao redor do mundo.
Toda segunda-feira e quinta-feira, entre oito e 12 desses telescópios alternadamente medem a direção entre a Terra e quasares específicos.
Os cientistas assumem que estes núcleos de galáxias, que estão distantes demais de nós, nunca mudam de posição, podendo, portanto, ser usados como pontos de referência.
No entanto, eles começaram a não se satisfazer mais com tanta dificuldade e nem com a consideração da “fixidez” dos quasares. Começou então a construção do observatório geodésico Wettzell, na Alemanha.
Laboratório geodésico
O laboratório é formado por dois feixes de laser em contra-rotação, que viajam em torno de uma rota quadrada, com espelhos nos cantos, que formam um circuito fechado – daí o nome anel de laser. 1x1.trans | A  Rotação da Terra é medida pela primeira vez!
Quando o conjunto gira, a luz que roda no mesmo sentido tem de viajar mais do que a luz em contra-rotação. Isto causa uma interferência entre os dois feixes, que “ajustam” seus comprimentos de onda, fazendo com que a frequência óptica se altere.
Os cientistas podem usar essa diferença para calcular a velocidade rotacional do experimento.
Mas no laboratório Wettzell é a Terra que gira, não o anel de laser.
Para garantir que somente a rotação da Terra influencie os feixes de laser, a estrutura de quatro por quatro metros está ancorada em um pilar de concreto, que se estende por seis metros para dentro da rocha sólida da crosta terrestre.
A rotação da Terra afeta a luz de maneiras diferentes, dependendo da localização do laser no globo.
“Se estivéssemos em um dos pólos, a Terra e os eixos de rotação do laser estariam em completa sincronia, e sua velocidade de rotação iria resultar em uma relação 1:1,” explica Schreiber. “Na linha do equador, no entanto, o feixe de luz nem notaria que a Terra está girando.”
Os cientistas, portanto, têm de levar em consideração a posição do laser Wettzell no 49° grau de latitude.
Qualquer mudança no eixo de rotação da Terra se reflete nos indicadores de velocidade de rotação – o comportamento da luz, portanto, revela mudanças no eixo da Terra.
Laboratório subterrâneo
1x1.trans | A  Rotação da Terra é medida pela primeira vez!“O princípio é simples,” acrescenta Schreiber. “O maior desafio foi garantir que o laser se mantenha estável o suficiente para medirmos o fraco sinal geofísico sem interferência – especialmente ao longo de um período de vários meses.”
Em outras palavras, os cientistas tiveram que eliminar quaisquer alterações na frequência que não resulte da rotação da Terra.
Isto inclui fatores ambientais, como pressão atmosférica e temperatura, o que exigiu uma placa de vitrocerâmica e uma cabine pressurizada.
Os pesquisadores montaram o anel de laser em uma placa de nove toneladas de Zerodur® [uma vitrocerâmica de aluminossilicato de lítio], utilizando também Zerodur para as vigas de apoio. Eles escolheram o Zerodur por ser um material extremamente resistente às mudanças de temperatura.
A instalação fica em uma cabine pressurizada, que registra mudanças na pressão atmosférica e temperatura (12 graus) e compensa automaticamente qualquer variação.
Os cientistas enfiaram o laboratório cinco metros abaixo do nível do solo para manter esses tipos de influência ambiental ao mínimo. Ele é isolado da superfície com camadas de Styrodur® e argila, e coberto por um aterro de quatro metros de altura.
Os cientistas precisam passar por um túnel de vinte metros, com cinco portas frigoríficas, para chegar até o laser.
Velocímetro da Terra
Sob estas condições, os pesquisadores conseguiram confirmar o balanço de Chandler e obter medições da oscilação anual compatíveis com os dados capturados pelos radiotelescópios.
Eles agora pretendem tornar o aparelho ainda mais preciso, o que permitirá determinar mudanças no eixo de rotação da Terra ao longo de um único dia.
Os cientistas também planejam tornar o anel de laser capaz de operar continuamente, para que ele possa funcionar por um período de anos sem qualquer desvio.
“Em termos simples,” conclui Schreiber, “no futuro, nós queremos ser capazes de simplesmente descer lá no porão e ver o quão rápido a Terra está girando com precisão neste momento.” (Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=rotacao-terra-medida-diretamente&id=010125111224)
Bibliografia:
How to detect the Chandler and the annual wobble of the Earth with a large ring laser gyroscope
Schreiber, K. U., Klügel, T., Wells, J.-P. R., Hurst, R. B., Gebauer, A.
Physical Review Letters
Vol.: 107, Nr. 17, EID 173904
DOI: 10.1103/PhysRevLett.107.173904

Publicação de arquivo de urandir em 2011-10-10 03:07:28.
bibliografias:
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Erupções de vulcões podem ser previstas

Fonte: BBC e Naturlink

1x1.trans | Erupções de vulcões podem ser previstasDe acordo com um novo estudo publicado na revista Nature, as erupções dos maiores vulcões do planeta podem ser previstas com várias décadas de antecedência. Estes vulcões podem produzir gases e cinzas suficientes para mudar temporariamente o clima da Terra.
Os vulcanólogos referem-se à história dos grandes vulcões como “erupções formadoras de caldeira” uma vez que o magma é tão volumosos que deixa uma depressão massiva na superfície terrestre conhecida como caldeira.
Os grandes vulcões do planeta, denominados supervulcões, quando entram em erupção podem provocar destruição a nível global. Estes vulcões podem permanecer centenas de milhares de ano adormecidos antes de ocorrer uma erupção.
Os investigadores acreditam que os registos sísmicos e outro tipo de leituras podem ajudar-nos a prever uma erupção com alguns meses de antecedência. Agora, um novo estudo publicado na revista Nature sugere que podemos antecipar estes eventos muito mais cedo.
Análises realizadas a cristais de rochas na ilha de Santorini, na Grécia, sugerem que as erupções são precedidas de um grande desenvolvimento de magma debaixo do solo que pode ser detetado através de equipamentos modernos.
“Quando os vulcões acordam e o magma começa a subir até à superfície, a quebra das rochas envia sinais”, explicou o líder do estudo Tim Druitt da universidade Blaise Pascal, em França. “Obtemos sinais sísmicos que podem ser detetados tais como deformação da superfície e aumento da emissão de gases à superfície. A questão que se coloca é o que acontecerá em profundidade antes destas grandes erupções. A visão clássica é que durante longos períodos de repouso ao longo de milhares de anos, o magma acumula-se lentamente a alguns quilómetros abaixo da superfície até que finalmente explode.”
“Descobrimos que há uma fase de aceleração da acumulação de magma numa escala temporal de algumas décadas e, isto é surpreendentemente curto dados os milhares de anos de repouso que precedem a erupção. Todos os cristais no magma cresceram algumas décadas antes da erupção.”
As caldeiras, antigos locais de erupção, são encontradas em todo o mundo, embora os especialistas acreditem que os vulcões que lhes deram origem estão todos inativos atualmente. Estes incluem locais no Parque Nacional de Yellowstone nos Estados Unidos, Campi Flegrei em Itália e Santorini na Grécia.
“O que sugerimos é que todos os vulcões caldeira, mesmo os localizados nas regiões mais remotas do globo, devem ser monitorizados através de equipamentos modernos e altamente sensíveis, de forma a ser possível detetar estes sinais profundos que podem sugerir uma reativação.”
“Estas novas evidências retiradas dos minerais parecem reforçar a ideia desenvolvida nos últimos anos que os grandes sistemas de magma despertam de longos períodos de repouso pouco tempo (meses, anos ou décadas) antes da erupção”, refere o vulcanólogo  David Pyle, da Universidade de Oxford, num comentário a este estudo.
Agora o próximo desafio é tentar compreender o que causa esta aceleração na acumulação do magma.(Fonte: http://naturlink.sapo.pt/Noticias/Noticias/content/Erupcoes-de-supervulcoes-podem-ser-previstas?bl=1)

Publicação de arquivo de urandir em 2011-10-28 13:12:10.
bibliografias:
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Depósito de Terras Raras encontrado em Oceano Pacífico

 Fonte: BBC e Inovação Tecnológica

1x1.trans | Depósito de Terras Raras encontrado em Oceano PacíficoPesquisadores japoneses dizem ter encontrado vastos depósitos de minerais de terras raras, utilizados em equipamentos de alta tecnologia, no solo do Oceano Pacífico.Geólogos estimam que existam atualmente 110 bilhões de toneladas de elementos raros no fundo do Pacífico. Os pesquisadores japoneses estimam ter encontrado entre 80 e 100 toneladas de minerais raros no leito oceânico a profundidades entre 3,5 mil e 6 mil metros abaixo da linha d’água. O Brasil tem uma das maiores reservas de terras raras do mundo, mas virtualmente sem exploração
Atualmente, a China responde por 97% da produção de 17 metais provenientes de terras raras, muitas vezes chamados de “ouro do século 21″, por serem raros e valiosos.  O quase monopólio de produção exercido pela China levou o país a restringir o fornecimento dos metais raros no ano passado, durante uma disputa territorial com o Japão. Esses minerais são usados em iPods, TVs de tela plana, carros elétricos, mísseis, óculos de visão noturna, turbinas e imãs supercondutores, por exemplo. Além da China, as reservas são encontradas também na Rússia, em outras ex-repúblicas soviéticas, nos Estados Unidos, na Austrália e na Índia.
Terras raras no mar
A descoberta foi divulgada pela publicação científica britânica Nature Geoscience, que relatou que a equipe de cientistas comanda por Yasuhiro Kato, professor de geociências da Universidade de Tóquio, encontrou os minerais em 78 locais diferentes na lama oceânica do Pacífico.
“Os depósitos contêm uma uma forte concentração de terras raras. Apenas um quilômetro quadrado dos depósitos será capaz de atender a um quinto do consumo mundial atual,” afirmou o professor Yasuhiro Kato.
A descoberta foi feita em águas internacionais, em uma área próxima ao estado norte-americano do Havaí e em outra perto da Polinésia Francesa, segundo o relatório formulado pelos exploradores japoneses.
Ainda não se sabe, no entanto, se será viável tecnologicamente realizar a prospecção em uma área tão profunda e, caso seja, se será possível explorar comercialmente os metais trazidos à tona.  Os depósitos foram se acumulando no solo oceânico ao longo de centenas de milhões de anos.
Mineração no mar
O número de companhias que vêm solicitando licenças para realizar prospecções no solo do Pacífico vem crescendo rapidamente.  Entre as dificuldades de realizar a exploração dos metais raros está o fato de que eles são minúsculos e estão espalhados em uma vasta área, o que faz com que muitos dos locais que contam com terras raras não sejam viáveis para a exploração comercial ou estejam sujeitos a restrições ambientais.

Publicação de arquivo de urandir em 2012-01-05 04:00:36.
bibliografias:
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Porquê as Estrelas Piscam

Fonte: Inovação Tecnológica, com informações da ESA

1x1.trans | Porquê as Estrelas PiscamO piscar das estrelas, uma impressão produzida pela atmosfera terrestre – e isto continua sendo uma impressão – mostrou ser um fato real no caso das estrelas-bebês, ainda em processo de gestação.
Uma equipe de astrônomos detectou, através dos telescópios espaciais Herschel, da ESA e Spitzer da NASA, mudanças surpreendentemente rápidas no brilho de estrelas embrionárias dentro da bem-conhecida Nebulosa de Órion.
As imagens obtidas pelo detector de infravermelho do Herschel, e por dois instrumentos do Spitzer, trabalhando em comprimentos de onda mais curtos, mostram uma imagem mais detalhada das estrelas em formação no coração deste que se tem como um dos objetos mais estudados pelos astrônomos.
A 1.350 anos-luz da Terra, esta é uma das poucas nebulosas visíveis a olho nu.
Ela contém a região de formação de grandes estrelas mais próxima da Terra, com uma luz ultravioleta intensa proveniente das estrelas jovens e quentes que transformam gases e poeira em uma zona brilhante.
Nascimento de uma estrela
O que agora se descobriu é que, dentro dessa poeira – oculta aos comprimentos de onda visíveis – há uma série de estrelas ainda mais jovens, na primeira fase da sua evolução.
A nova combinação de imagens de infravermelho longo e médio penetrou através da poeira obscura e revelou essas estrelas embrionárias.
Uma estrela se forma, acreditam os astrônomos, quando uma densa nuvem de gás e poeira se funde e colapsa sob a sua própria gravidade, criando uma proto-estrela quente central, rodeada por um disco em espiral e envolvida por um halo maior.
Grande parte desse material vai-se juntando em um redemoinho ao longo de centenas de milhares de anos, antes de ser acionada a fusão nuclear no coração da estrela, e esta se tornar uma estrela de pleno direito.
Alguns dos gases e da poeira remanescentes no disco podem passar a formar um sistema planetário – como se acredita ter acontecido com o nosso Sistema Solar.
Uma equipe de astrônomos liderados por Nicolas Billot, do Instituto de Radioastronomia Milimétrica, na Espanha, usou o telescópio Herschel para “fotografar” a Nebulosa de Órion uma vez por semana, durante seis semanas, no inverno e primavera do ano passado.
A câmara fotodetectora e o espectrômetro PACS do Herchel detectaram poeiras de partículas frias rodeando as proto-estrelas mais jovens em comprimentos de onda de infravermelho longo.
Estas observações foram combinadas com imagens de arquivo do Spitzer, obtidas em comprimentos de onda na zona dos infravermelhos curtos e médios, que mostram objetos mais velhos e quentes.
Os astrônomos ficaram surpresos ao ver que o brilho das estrelas jovens varia em mais de 20% em poucas semanas – deve-se levar em conta que o processo de acreção deveria levar anos ou mesmo séculos.
Em busca de novas teorias
Em certo sentido, o que os astrônomos descobriram é que sim, as estrelas piscam, e muito – então, que mudem as teorias.
Eles terão agora que encontrar uma explicação para este novo fenômeno, ainda não contemplado nos modelos de formação de estrelas atuais.
Uma possibilidade é que os filamentos de gás irregulares estejam afunilando do disco externo para as regiões centrais perto da estrela, aquecendo temporariamente o disco interior e fazendo-o brilhar.
Outro cenário possível é o material frio estar-se acumulando na borda interna e criando sombras no disco externo, fazendo com que este escureça temporariamente.
Em qualquer dos casos, está claro agora que a gestação de estrelas bebês é tudo, menos um processo suave e uniforme.
“Mais uma vez, as observações do Herschel nos surpreenderam e nos deram pistas interessantes sobre o que acontece durante as fases mais precoces da formação de estrelas e dos planetas,” comentou Göran Pilbratt, do projeto Herschel da ESA.
(Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=as-estrelas-piscam&id=010130120303&ebol=sim)

Publicação de arquivo de urandir em 2012-02-28 02:47:12.
bibliografias:
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NASA: Telescópio Fermi encontra estrutura gigantesca em nossa galáxia

 Fonte: NASA Goddard Space Flight Center

1x1.trans | NASA: Telescópio Fermi encontra estrutura gigantesca em nossa galáxia1x1.trans | NASA: Telescópio Fermi encontra estrutura gigantesca em nossa galáxiaAs recém descobertas  bolhas de raios gama se estendem por 50.000 anos-luz, ou aproximadamente metade do diâmetro da Via Láctea, de ponta a ponta. As bordas das bolhas foram primeiramente observadas em raios-X (azul) pelo satélite ROSAT, que caiu na superfície da Terra em 24 de setembro de 2011, uma missão operacional liderada pela Alemanha na década de 1990. Os raios  gamas foram  mapeadas pelo telescópio Fermi (na cor magenta)  se estendem muito além do plano da galáxia.
A estrutura gigante dos raios-gama  foi descoberta por meio do processamento do Telescópio Fermi todo o céu da galáxia. A gigantesca bolha tem 1-10 bilhões de elétron volts. A estrutura emerge do centro galáctico e se estende a 50 graus norte e sul a partir do plano da Via Láctea, que mede o céu da constelação de Virgem à constelação de Grus.
Quando um elétron se move perto da velocidade da luz  e atinge um fóton de baixa energia, a colisão diminui um pouco o elétron e aumenta a energia do fóton para o regime de raios gama.
As bolhas exibem um espectro com energias mais altas do que o brilho de pico de raios gama difusos visto em todo o céu. Além disso, as bolhas mostram bordas afiadas em dados Fermi LAT. Ambas estas qualidades sugerem que a estrutura surgiu em um evento súbito e impulsivo, com um pulsar da galáxia.
“O que vemos são dois raios gama emissores de bolhas que se estendem  a 25.000 anos-luz de norte a sul do centro galáctico”, disse Doug Finkbeiner, astrônomo do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica, em Cambridge, Massachusetts, que foi o primeiro reconhecer o fato. “Nós não entendemos completamente sua natureza ou origem.”
A estrutura abrange mais de metade do céu visível, da constelação de Virgem à constelação de Grus, e pode ser milhões de anos. Um artigo sobre essa descoberta  foi aceito para publicação no Astrophysical Journal. 1x1.trans | NASA: Telescópio Fermi encontra estrutura gigantesca em nossa galáxia
Finkbeiner e sua equipe descobriram as bolhas em um processamento de dados publicamente disponíveis do Telescópio Fermi de Grande Área (LAT). O LAT é o mais sensível  detector de  alta resolução de raios gama já lançado. Os raios gama são a forma mais alta energia da luz.
Outros astrônomos que estudam os raios gama não haviam detectado as bolhas em parte por causa de um nevoeiro de raios gama que aparece em todo o céu. A neblina ocorre quando partículas que se deslocam quase à velocidade da luz interagem com o gás interestelar e luz na Via Láctea. A equipe LAT refina constantemente modelos para descobrir novas fontes de raios gama obscurecidas por essa emissão difusa . Usando várias estimativas da neblina, Finkbeiner e seus colegas foram capazes de isolá-lo a partir dos dados LAT e desvendar as bolhas gigantes.
Os cientistas agora estão realizando mais análises para entender melhor como a estrutura nunca antes vista foi formada. As emissões da bolha são muito mais enérgicas do que o nevoeiro de raios gama visto em outras partes da Via Láctea. As bolhas também parecem ter bordas bem definidas. Forma, estrutura e as emissões sugerem que  foram formadas como resultado de uma grande liberação de energia e relativamente rápida – a fonte da qual permanece um mistério.
Uma possibilidade inclui um jato de partículas do buraco negro supermassivo no centro galáctico. Em muitas outras galáxias, os astrônomos vêem jatos de partículas rápidos alimentados por matéria caindo em direção a um buraco negro central. Embora não haja evidências de buraco negro da Via Láctea hoje, ela pode ter existido no passado. As bolhas também podem ter se formado como resultado de saídas de gás de uma explosão de formação estelar, talvez um dos que produziu muitos aglomerados de estrelas maciças no centro da Via Láctea há vários milhões de anos atrás.
“Em outras galáxias, vemos que bolhas estelares podem enviar saídas de enormes  gás”, disse David Spergel, um cientista da Universidade de Princeton, em Nova Jersey. “Qualquer que seja a fonte de energia por trás dessas bolhas podem ser enormes, é ligado a muitas questões profundas em astrofísica.”
Dicas das bolhas aparecem em dados anteriores da nave espacial.  Observações em X-ray  do grupo alemão liderado  por Roentgen Satellite sugeriu evidências sutis de bordas  das bolhas perto do centro galáctico, ou na mesma orientação que a Via Láctea. Wilkinson da NASA Microwave Anisotropy Probe detectou um excesso de sinais de rádio na posição das bolhas de raios gama.
1x1.trans | NASA: Telescópio Fermi encontra estrutura gigantesca em nossa galáxiaA equipe do Fermi LAT  também revelou  melhor imagem do instrumento do céu de raios-gama, o resultado de dois anos de coleta de dados.
“Fermi varre o céu inteiro a cada três horas, e como a missão continua e aprofunda a nossa exposição, vemos o  universo  em detalhes cada vez maior”, disse Julie McEnery, cientista  do Fermi, um  projeto da NASA Goddard Space Flight Center em Greenbelt.
Fermi, da NASA, é uma parceria de astrofísica e física de partículas, desenvolvido em colaboração com o Departamento de Energia dos EUA, com contribuições importantes de instituições acadêmicas e parceiros na França, Alemanha, Itália, Japão, Suécia e Estados Unidos.
“Desde o seu lançamento em junho de 2008, Fermi repetidamente provou ser uma unidade de fronteira, dando-nos novos conhecimentos que vão desde a natureza do espaço-tempo para as primeiras observações de uma nova gama-ray”, disse Jon Morse, diretor da Divisão de Astrofísica na sede da NASA em Washington. “Estas últimas descobertas continuam a demonstrar um desempenho excepcional de Fermi”. (Fonte: http://www.nasa.gov/mission_pages/GLAST/news/new-structure.html)

Publicação de arquivo de urandir em 2012-02-28 03:20:43.
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