Turquia 2014

1x1.trans | Projeto Portal realiza evento em Dara na Turquia
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Urandir Galeria

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CTZ registra estranho objeto passando pelo planeta Júpiter

Técnicos do CTZ – Centro Tecnológico Zigurats da Associação  Projeto Portal registraram durante observação de rotina no céu em seu Observatório na noite de 24 de janeiro um estranho objeto  de cor azulada nas proximidades do planeta Júpiter, fazendo  diferentes e estranhas manobras após sumir  totalmente do campo de visão do telescópio um pouco mais de 42 minutos depois de ter sido detectado.  Todo o movimento do objeto foi fotogrado.

Na primeira observação feita às 22:33 (hora de Brasília) o objeto foi captado abaixo de Júpiter, depois fez evoluções diferentes, subindo a direita e ao lado do planeta para em seguida prosseguir em linha reta, depois afastando-se  cada vez  mais até desaparecer totalmente  às 23:15. A velocidade e o tamanho do objeto é supreendente em relação aos movimentos de outros corpos celestes. As imagens ainda estão sendo analisadas e em breve será emitido um relatório completo sobre o fato.

Veja o vídeo:


Publicação de arquivo de urandir em 2014-01-25 05:59:49.
bibliografias:
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Afinal o universo tem um eixo central?

 Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica 

1x1.trans | Afinal o universo tem um eixo central?Pesquisadores estão levantando dúvidas sobre a pressuposta simetria do Universo. Seus cálculos parecem sugerir que, no seu início, nosso Universo girava sobre um eixo central. E que esse movimento de rotação influenciou a formação das galáxias.
Os físicos e astrônomos há muito tempo acreditam que o Universo tem uma simetria de espelho, como uma bola de basquete.A imagem espelhada de uma galáxia girando no sentido horário teria, obviamente, o sentido anti-horário de rotação.
Mas se os astrônomos encontrarem um número maior de galáxias girando num sentido do que em outro, isto seria uma evidência de uma quebra de simetria, ou, no jargão da física, uma violação de paridade em escala cósmica.
Nova pesquisa sugere que o formato do Big Bang pode ser mais complicado do que se pensa. Como há mais galáxias espirais girando em um sentido do que em outro, pode ser que o Universo tenha um eixo central de rotação
Sentido de rotação das galáxias
Para aferir isso, Michael Longo e uma equipe da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, catalogaram o sentido de rotação de dezenas de milhares de galáxias espirais fotografadas pelo projeto Sloan Digital Sky Survey, que faz a catalogação de galáxias e que recentemente divulgou a maior imagem já feita do Universo.
E o grupo do Dr. Longo descobriu exatamente isso, que as galáxias têm uma “preferência” para girar em uma direção.
Se todas as galáxias realmente girarem no mesmo sentido, para um observador no hemisfério norte da Terra elas parecerão girar em um sentido, e no sentido oposto para um observador no hemisfério sul.  Eles descobriram um excesso de galáxias com rotação anti-horária na parte do céu em direção ao pólo norte da Via Láctea.
O efeito se estende por mais de 600 milhões de anos-luz de distância.
“O excesso é pequeno, cerca de 7 por cento, mas a chance de que ele possa ser um acidente cósmico é algo como 1 em um 1.000.000″, explica Longo. “Estes resultados são extremamente importantes porque parecem contradizer a noção quase universalmente aceita de que, em escalas suficientemente grandes, o universo é isotrópico, sem nenhuma direção especial.”
Rotação do Universo
O trabalho fornece novos insights sobre a forma do Big Bang. Um Universo simétrico e isotrópico teria começado com uma explosão esfericamente simétrica, em forma de uma bola.
1x1.trans | Afinal o universo tem um eixo central?
Se o Universo nasceu girando, por sua vez, afirma Longo, ele teria um eixo preferencial, e as galáxias teriam mantido esse movimento inicial.
Então, será que o nosso Universo ainda está girando, em um movimento de rotação universal?
“Pode ser”, diz Longo. “Eu acho que este resultado sugere que é.”
Como o telescópio do projeto Sloan está nos Estados Unidos, os dados que os pesquisadores analisaram vieram na maior parte do hemisfério norte do céu.
Um teste importante dos resultados será verificar se há um excesso de galáxias em espiral com sentido horário no hemisfério sul. Esta pesquisa já está em andamento. (Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=universo-eixo-central-rotacao&id=010130110711)

Publicação de arquivo de urandir em 2012-02-20 03:59:47.
bibliografias:
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A Rotação da Terra é medida pela primeira vez!

Fonte: Inovação Tecnológica
1x1.trans | A  Rotação da Terra é medida pela primeira vez! Um grupo com pesquisadores da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, tornou-se a primeira equipe do mundo a detectar mudanças no eixo da Terra através de medições em laboratório.

Até hoje, os cientistas somente conseguiam rastrear as mudanças no eixo polar indiretamente, monitorando corpos celestes “fixos” no espaço com a ajuda de 30 radiotelescópios.
Para fazer uma medição direta, eles construíram o anel de laser mais estável do mundo, dentro de um laboratório subterrâneo, e o utilizaram para determinar as alterações na rotação da Terra.
Balanço de Chandler
A Terra oscila constantemente. Tal como um pião que é tocado enquanto gira, seu eixo de rotação oscila em relação ao espaço. Isto é em parte causado pela gravidade do Sol e da Lua. Ao mesmo tempo, o eixo de rotação da Terra muda constantemente em relação à superfície da Terra.
Por um lado, isso é causado pela variação na pressão atmosférica, no movimento dos oceanos e no vento. Esses elementos se combinam em um efeito conhecido como oscilação de Chandler, ou balanço de Chandler, para criar o movimento polar. Levando o nome do cientista que o descobriu, esse fenômeno tem um período de cerca de 435 dias.
Por outro lado, um evento conhecido como o “balanço anual” faz com que o eixo de rotação mova-se ao longo de um período de um ano. Isto se deve à órbita elíptica da Terra em torno do Sol.
Estes dois efeitos fazem com que o eixo da Terra migre de forma irregular ao longo de uma trajetória circular, com um raio de até seis metros.
Medindo a rotação da Terra
Capturar esses movimentos é crucial para manter um sistema de coordenadas confiável – como o GPS (Estados Unidos), Galileo (Europa), Glonass (Rússia) ou Beidou (China) – que possa alimentar sistemas de navegação ou rotas em viagens espaciais.
“Localizar um ponto no centímetro exato de posicionamento global é um processo extremamente dinâmico – afinal, em nossa latitude [na Alemanha], estamos nos movendo em torno de 350 metros a leste por segundo,” explica o Prof. Karl Ulrich Schreiber.
A orientação do eixo da Terra em relação ao espaço e sua velocidade rotacional são, atualmente, determinados em um processo complicado, que envolve 30 radiotelescópios ao redor do mundo.
Toda segunda-feira e quinta-feira, entre oito e 12 desses telescópios alternadamente medem a direção entre a Terra e quasares específicos.
Os cientistas assumem que estes núcleos de galáxias, que estão distantes demais de nós, nunca mudam de posição, podendo, portanto, ser usados como pontos de referência.
No entanto, eles começaram a não se satisfazer mais com tanta dificuldade e nem com a consideração da “fixidez” dos quasares. Começou então a construção do observatório geodésico Wettzell, na Alemanha.
Laboratório geodésico
O laboratório é formado por dois feixes de laser em contra-rotação, que viajam em torno de uma rota quadrada, com espelhos nos cantos, que formam um circuito fechado – daí o nome anel de laser. 1x1.trans | A  Rotação da Terra é medida pela primeira vez!
Quando o conjunto gira, a luz que roda no mesmo sentido tem de viajar mais do que a luz em contra-rotação. Isto causa uma interferência entre os dois feixes, que “ajustam” seus comprimentos de onda, fazendo com que a frequência óptica se altere.
Os cientistas podem usar essa diferença para calcular a velocidade rotacional do experimento.
Mas no laboratório Wettzell é a Terra que gira, não o anel de laser.
Para garantir que somente a rotação da Terra influencie os feixes de laser, a estrutura de quatro por quatro metros está ancorada em um pilar de concreto, que se estende por seis metros para dentro da rocha sólida da crosta terrestre.
A rotação da Terra afeta a luz de maneiras diferentes, dependendo da localização do laser no globo.
“Se estivéssemos em um dos pólos, a Terra e os eixos de rotação do laser estariam em completa sincronia, e sua velocidade de rotação iria resultar em uma relação 1:1,” explica Schreiber. “Na linha do equador, no entanto, o feixe de luz nem notaria que a Terra está girando.”
Os cientistas, portanto, têm de levar em consideração a posição do laser Wettzell no 49° grau de latitude.
Qualquer mudança no eixo de rotação da Terra se reflete nos indicadores de velocidade de rotação – o comportamento da luz, portanto, revela mudanças no eixo da Terra.
Laboratório subterrâneo
1x1.trans | A  Rotação da Terra é medida pela primeira vez!“O princípio é simples,” acrescenta Schreiber. “O maior desafio foi garantir que o laser se mantenha estável o suficiente para medirmos o fraco sinal geofísico sem interferência – especialmente ao longo de um período de vários meses.”
Em outras palavras, os cientistas tiveram que eliminar quaisquer alterações na frequência que não resulte da rotação da Terra.
Isto inclui fatores ambientais, como pressão atmosférica e temperatura, o que exigiu uma placa de vitrocerâmica e uma cabine pressurizada.
Os pesquisadores montaram o anel de laser em uma placa de nove toneladas de Zerodur® [uma vitrocerâmica de aluminossilicato de lítio], utilizando também Zerodur para as vigas de apoio. Eles escolheram o Zerodur por ser um material extremamente resistente às mudanças de temperatura.
A instalação fica em uma cabine pressurizada, que registra mudanças na pressão atmosférica e temperatura (12 graus) e compensa automaticamente qualquer variação.
Os cientistas enfiaram o laboratório cinco metros abaixo do nível do solo para manter esses tipos de influência ambiental ao mínimo. Ele é isolado da superfície com camadas de Styrodur® e argila, e coberto por um aterro de quatro metros de altura.
Os cientistas precisam passar por um túnel de vinte metros, com cinco portas frigoríficas, para chegar até o laser.
Velocímetro da Terra
Sob estas condições, os pesquisadores conseguiram confirmar o balanço de Chandler e obter medições da oscilação anual compatíveis com os dados capturados pelos radiotelescópios.
Eles agora pretendem tornar o aparelho ainda mais preciso, o que permitirá determinar mudanças no eixo de rotação da Terra ao longo de um único dia.
Os cientistas também planejam tornar o anel de laser capaz de operar continuamente, para que ele possa funcionar por um período de anos sem qualquer desvio.
“Em termos simples,” conclui Schreiber, “no futuro, nós queremos ser capazes de simplesmente descer lá no porão e ver o quão rápido a Terra está girando com precisão neste momento.” (Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=rotacao-terra-medida-diretamente&id=010125111224)
Bibliografia:
How to detect the Chandler and the annual wobble of the Earth with a large ring laser gyroscope
Schreiber, K. U., Klügel, T., Wells, J.-P. R., Hurst, R. B., Gebauer, A.
Physical Review Letters
Vol.: 107, Nr. 17, EID 173904
DOI: 10.1103/PhysRevLett.107.173904

Publicação de arquivo de urandir em 2011-10-10 03:07:28.
bibliografias:
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Erupções de vulcões podem ser previstas

Fonte: BBC e Naturlink

1x1.trans | Erupções de vulcões podem ser previstasDe acordo com um novo estudo publicado na revista Nature, as erupções dos maiores vulcões do planeta podem ser previstas com várias décadas de antecedência. Estes vulcões podem produzir gases e cinzas suficientes para mudar temporariamente o clima da Terra.
Os vulcanólogos referem-se à história dos grandes vulcões como “erupções formadoras de caldeira” uma vez que o magma é tão volumosos que deixa uma depressão massiva na superfície terrestre conhecida como caldeira.
Os grandes vulcões do planeta, denominados supervulcões, quando entram em erupção podem provocar destruição a nível global. Estes vulcões podem permanecer centenas de milhares de ano adormecidos antes de ocorrer uma erupção.
Os investigadores acreditam que os registos sísmicos e outro tipo de leituras podem ajudar-nos a prever uma erupção com alguns meses de antecedência. Agora, um novo estudo publicado na revista Nature sugere que podemos antecipar estes eventos muito mais cedo.
Análises realizadas a cristais de rochas na ilha de Santorini, na Grécia, sugerem que as erupções são precedidas de um grande desenvolvimento de magma debaixo do solo que pode ser detetado através de equipamentos modernos.
“Quando os vulcões acordam e o magma começa a subir até à superfície, a quebra das rochas envia sinais”, explicou o líder do estudo Tim Druitt da universidade Blaise Pascal, em França. “Obtemos sinais sísmicos que podem ser detetados tais como deformação da superfície e aumento da emissão de gases à superfície. A questão que se coloca é o que acontecerá em profundidade antes destas grandes erupções. A visão clássica é que durante longos períodos de repouso ao longo de milhares de anos, o magma acumula-se lentamente a alguns quilómetros abaixo da superfície até que finalmente explode.”
“Descobrimos que há uma fase de aceleração da acumulação de magma numa escala temporal de algumas décadas e, isto é surpreendentemente curto dados os milhares de anos de repouso que precedem a erupção. Todos os cristais no magma cresceram algumas décadas antes da erupção.”
As caldeiras, antigos locais de erupção, são encontradas em todo o mundo, embora os especialistas acreditem que os vulcões que lhes deram origem estão todos inativos atualmente. Estes incluem locais no Parque Nacional de Yellowstone nos Estados Unidos, Campi Flegrei em Itália e Santorini na Grécia.
“O que sugerimos é que todos os vulcões caldeira, mesmo os localizados nas regiões mais remotas do globo, devem ser monitorizados através de equipamentos modernos e altamente sensíveis, de forma a ser possível detetar estes sinais profundos que podem sugerir uma reativação.”
“Estas novas evidências retiradas dos minerais parecem reforçar a ideia desenvolvida nos últimos anos que os grandes sistemas de magma despertam de longos períodos de repouso pouco tempo (meses, anos ou décadas) antes da erupção”, refere o vulcanólogo  David Pyle, da Universidade de Oxford, num comentário a este estudo.
Agora o próximo desafio é tentar compreender o que causa esta aceleração na acumulação do magma.(Fonte: http://naturlink.sapo.pt/Noticias/Noticias/content/Erupcoes-de-supervulcoes-podem-ser-previstas?bl=1)

Publicação de arquivo de urandir em 2011-10-28 13:12:10.
bibliografias:
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Depósito de Terras Raras encontrado em Oceano Pacífico

 Fonte: BBC e Inovação Tecnológica

1x1.trans | Depósito de Terras Raras encontrado em Oceano PacíficoPesquisadores japoneses dizem ter encontrado vastos depósitos de minerais de terras raras, utilizados em equipamentos de alta tecnologia, no solo do Oceano Pacífico.Geólogos estimam que existam atualmente 110 bilhões de toneladas de elementos raros no fundo do Pacífico. Os pesquisadores japoneses estimam ter encontrado entre 80 e 100 toneladas de minerais raros no leito oceânico a profundidades entre 3,5 mil e 6 mil metros abaixo da linha d’água. O Brasil tem uma das maiores reservas de terras raras do mundo, mas virtualmente sem exploração
Atualmente, a China responde por 97% da produção de 17 metais provenientes de terras raras, muitas vezes chamados de “ouro do século 21″, por serem raros e valiosos.  O quase monopólio de produção exercido pela China levou o país a restringir o fornecimento dos metais raros no ano passado, durante uma disputa territorial com o Japão. Esses minerais são usados em iPods, TVs de tela plana, carros elétricos, mísseis, óculos de visão noturna, turbinas e imãs supercondutores, por exemplo. Além da China, as reservas são encontradas também na Rússia, em outras ex-repúblicas soviéticas, nos Estados Unidos, na Austrália e na Índia.
Terras raras no mar
A descoberta foi divulgada pela publicação científica britânica Nature Geoscience, que relatou que a equipe de cientistas comanda por Yasuhiro Kato, professor de geociências da Universidade de Tóquio, encontrou os minerais em 78 locais diferentes na lama oceânica do Pacífico.
“Os depósitos contêm uma uma forte concentração de terras raras. Apenas um quilômetro quadrado dos depósitos será capaz de atender a um quinto do consumo mundial atual,” afirmou o professor Yasuhiro Kato.
A descoberta foi feita em águas internacionais, em uma área próxima ao estado norte-americano do Havaí e em outra perto da Polinésia Francesa, segundo o relatório formulado pelos exploradores japoneses.
Ainda não se sabe, no entanto, se será viável tecnologicamente realizar a prospecção em uma área tão profunda e, caso seja, se será possível explorar comercialmente os metais trazidos à tona.  Os depósitos foram se acumulando no solo oceânico ao longo de centenas de milhões de anos.
Mineração no mar
O número de companhias que vêm solicitando licenças para realizar prospecções no solo do Pacífico vem crescendo rapidamente.  Entre as dificuldades de realizar a exploração dos metais raros está o fato de que eles são minúsculos e estão espalhados em uma vasta área, o que faz com que muitos dos locais que contam com terras raras não sejam viáveis para a exploração comercial ou estejam sujeitos a restrições ambientais.

Publicação de arquivo de urandir em 2012-01-05 04:00:36.
bibliografias:
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