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Fuligem desconhecida e a parceria com as 49 raças de inteligências extraterrestres

Em várias palestras no mês de novembro de 2012, o presidente da Associação Projeto Portal, Urandir de Oliveira divulgava informações recebidas pelos parceiros das 49 raças de inteligências extraterrestres, onde alertou sobre a possibilidade da ocorrência de uma espécie de fuligem de origem desconhecida para a ciência, que iria surgir misteriosamente no céu, podendo prejudicar o sistema respiratório e o processo de fotossintese das plantas, acarretando na diminuição da produção de alimentos em até 70% nas áreas afetadas pela fuligem. Na época, Urandir disse que a ciência acharia uma denominação para esta fuligem, a qual não teria origem vulcânica ou qualquer outra anomalia já conhecida pela ciência. Essa informação também foi publicada em em 08/11/2012 no site www.projetopotal.org.br onde Urandir comenta sobre os possíveis acontecimentos após o alinhamento galáctico de 2012. link original abaixo

http://projetoportal.org.br/noticias/14-clima/1407-urandir-confirma-mundo-nao-acaba-mas-terra-passa-por-turbulencias.html

Já nos primeiros dias apósUrandir e Fuligem misteriosa no RJ - a parceria com as 49 raças de inteligências extraterrestres o alinhanhamento que ocorreu no dia 21/12/2012, começou  o fenômeno da fuligem  no estado do Rio de Janeiro.
No começo da tarde do dia 25/12/2012 uma fuligem de cor branca se espalhou por vários bairros do Rio e chamou a atenção de moradores do Centro, Glória, Catete, Copacabana, Flamengo, Leblon, Ilha do Governador e Baixada Fluminense, sendo que muitos foram obrigados a manter as janelas fechadas mesmo com o calor intenso. A fina camada de fuligem cobriu as ruas, quintais e jardins e os relatos mostram  que a poeira fina entrou nos apartamentos e até causou alergia em alguns moradores, os quais confirmam que a fuligem tinha aparência branca como  flocos de neve e sem cheiro aparente.
Algumas hipóteses foram levantadas para o fenômeno. Uma delas era que a  fuligem fosse proveniente das cinzas do vulcão Copahue, que na época havia entrado em erupção na fronteira entre o Chile e Argentina. Entretanto, o Comando da Aeronáutica descartou essa possibilidade, chegando a associar a fuligem misteriosa a um possível incêndio em Duque de Caxias, teoria que também foi refutada posteriormente .
A hipótese de resíduos industriais foi eliminada pelo Serviço de Emergências Ambientais, que foi acionado pelo secretário estadual do Meio Ambiente, Carlos Minc, que também refutou a hipótese de cinzas do vulcão. — Se fossem cinzas vulcânicas elas não apareceriam apenas em alguns bairros e o fenômeno durariam mais horas — afirmou Minc.
O meteorologista Olívio Neto do Cptec/Inpe concorda com Minc e disse que pelo comportamento atmosférico acha improvável que fossem cinzas do vulcão chileno. — Meteorologicamente falando, acho quase impossível. Seria impossível chegar ao Sudeste sem ter deixado um rastro em outras cidades do Sul – afirmou Olívio Neto.
A Secretaria Municipal do Meio Ambiente, que controla e monitora a qualidade do ar em oito estações fixas e duas móveis no Rio de Janeiro não detectou nenhuma anormalidade.Urandir e Fuligem de origem desconhecida no RJ - Urandir e parceiros de 49 raças prevem o fato
Até o momento a ciência tradicional não sabe explicar a origem desse novo fenômeno que desde então já ocorreu em outros lugares do planeta.

Conforme Urandir e os parceiros das 49 raças, essa fuligem pode sim ser tóxica e oferecer danos a saúde e este fenômeno é apenas o começo das mudanças em que a terra passará nos próximos anos.

Este é um dos fatos que mostra a efetiva parceria do Projeto Portal com as 49 raças de inteligências  que durante anos tem repassado informações importantantes antecipadamente, visando alertar a população.

Publicação de arquivo de urandir em 2013-02-25 22:11:07.
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Nasa avisa sobre chuva de meteoros em cima da hora

 Fonte: site da Nasa Science News

altEm oito de outubro a Terra deverá ser bombardeada por um fluxo de poeira oriunda do cometa 21P Giacobini-Zinner. “Estamos prevendo que cerca de 750 meteoros por hora”, diz Bill Cooke do escritório ambiental de meteoritos da NASA. Segundo ele, as regiões que poderão ser mais afetadas se localizam  no Oriente Médio, norte de África, partes da Europa e Estados Unidos.”
O cometa 21P/Giacobini-Zinner foi fotografado em novembro 1998  por astrônomos em Kitt Peak.  Cada 6,6 anos  o Cometa Giacobini-Zinner  oscila através do sistema solar interno. A cada visita, ele estabelece um filamento estreito de poeira, que com o tempo forma uma rede de filamentos que a Terra encontra todos os anos no início de outubro.
“Na maioria dos anos, passamos por espaços entre os filamentos, talvez apenas um ou dois passam por nós”, diz Cooke. “Ocasionalmente, porém, pode acontecer algo semelhante a fogos de artifício.”
O ano de 2011 poderá ser um  desses momentos em que ocorrem  bombardeios de meteoros. Os meteorologistas da Nasa e de outras instituições concordam que a Terra está indo de encontro aos filamentos do cometa no próximo  dia oito. Múltiplos encontros devem produzir uma série de explosões variáveis  por volta de 16h00 hora universal (meio-dia EDT) com a maior atividade entre 19h00 e 21h00 UT (15h00 – 17h00 EDT).
Os meteorologistas não têm certeza o quão forte a exibição será, principalmente porque o cometa teve um encontro com Júpiter no final de 1880. Naquele tempo, a atração gravitacional do planeta gigante teria alterado a órbita do cometa e introduziu algumas incertezas para o local de filamentos que tem derramado desde então. Modelos concorrentes colocam os filamentos em lugares ligeiramente diferentes e como resultado a estimativa é a de que ocorram centenas de meteoros por hora.
O meteorologista Paul Wiegert, da Universidade de Western, Ontario (Candá), diz que a taxa de meteoros pode ser tão alta como 1000 deles por hora – a definição de uma tempestade de meteoros, mas isso não seria a primeira vez. Encontros  com filamentos de poeira produzindo tempestades já ocorreram em 1933 e 1946 e explosões menores em 1985, 1998 e 2005.
Meteoros do cometa fluxo Giacobini-Zinner provém do norte da constelação de Draco – daí seu nome. Draconids estão entre os mais lentos de todos os meteoros, que atingem a atmosfera  em 20 km  por segundo. O ritmo lento dos meteoros minimiza o perigo para satélites e naves espaciais e torna-os visualmente distinto. “Um deslizamento Draconid lazer através do céu é uma bela vista”, diz Cooke.
Infelizmente, muitos dos Draconids deste ano vão passar despercebidos. Draconids são fracos, para começar, e este ano eles têm que terminar durante a Lua quase cheia. O brilho lunar vai reduzir o número de meteoros visível da Europa, África e Oriente Médio, porém na América do Norte,  a chuva de meteoros pode ocorrer em plena luz do dia.  (Fonte: http://science1.nasa.gov/science-news/science-at-nasa/2011/04oct_draconids/)

Publicação de arquivo de urandir em 2011-12-28 08:45:54.
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Tempestade de Neve no Deserto

 Situações inusitadas em termos de clima têm ocorrido ultimamente no planeta. Uma delas se refere a tempestade de neve em pleno deserto na Arábia Saudita e mais incrível ainda, a neve também caiu no deserto do Saara, no oeste da Argélia e não foi a primeira vez que isso ocorreu nos últimos anos.

No Deserto do Saara, a neve caiu na terça-feira na terça-feira, dia 17 de janeiro. Uma mudança na temperatura trouxe uma frente fria que durou 24 horas com o vento soprando e a neve caiu em estradas e edifícios na província de Bechar, no oeste da Argélia, que se localizada no norte do Saara, a cerca de 36 km ao sul da fronteira marroquina.
Já na Arábia Saudita o fato ocorreu no dia 24 janeiro, quando uma tempestade de neve sem precedente para esta época do ano caiu na zona montanhosa de Assyr, Sul da Arábia Saudita, bloqueando as estradas e deixando 75 feridos. O jornal Al-Madina informou que a polícia, a defesa civil e os serviços médicos de emergência socorreram milhares de pessoas que visitavam o parque nacional de Assyr, o mais alto do reino, com 2.910 metros de altura. Uma tempestade de neve é algo inédito na Arábia Saudita nesta época do ano, onde os termômetros costumam indicar até 50 graus positivos.
Tempestades de neve em pleno deserto e em países com temperaturas elevadas são difíceis de acontecer. Pesquisando, constatamos que nevou apenas uma única vez no deserto do Saara (agora são duas vezes, com a tempestade de janeiro deste ano) em 18 de fevereiro de 1979. Existem poucos relatos científicos sobre o fato, mas é provável que a nevasca tenha acontecido durante a noite, quando a temperatura no deserto pode cair abaixo de zero grau. Se a neve é um fenômeno raro em desertos quentes, não é tão difícil de acontecer nos desertos frios. Um exemplo é o deserto de Atacama, no Chile, que tem uma camada de neve que nunca chega a derreter em suas partes mais altas.
Já ocorreram nevascas na Arábia Saudita e a primeira  delas depois de 40 anos aconteceu no dia 13 de janeiro de 2002.  O fenômeno deveu-se a uma frente fria que está a atravessar a Arábia Saudita, conhecida pelos recursos petrolíferos e pelas extensas áreas de deserto. A neve caiu numa extensão de 70 quilômetros quadrados a oeste da cidade de Ara.
A agência Reuters de notícias também informou sobre a ocorrência de neve em Bagdá em 13 de janeiro de 2011. Os flocos de neve que caíram profusamente sobre as ruas de Bagda, normalmente torradas a 40 graus, se derreteram logo depois de cair sobre o asfalto. Ainda assim, deu tempo para que nos parques da cidade as pessoas jogassem com a neve, algo que não estão acostumados e que tingiu de branco toda a cidade. Naquela época, a neve também ocorreu no Sul da Arábia Saudita, conforme informou a agência Russa Ria Novosti.
Segundo as autoridades, aquele foi o inverno mais frio dos últimos vinte anos. A capital Riad, situada sobre o Trópico de Câncer, levou varias noites registrando mínimas de 10 graus, muito próxima da mínima histórica de de 8 graus registrada em 1999. (Fontes: http://www.9news.com/news/article/243326/318/Storm-brings-snow-to-Sahara-Desert e http://www2.uol.com.br/JC/_2001/2407/in2407_7.htm)

Publicação de arquivo de urandir em 2012-01-09 17:23:27.
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NASA: Formação de Iceberg na Antártida é monitorado

 Fonte: Gazeta do Povo e Agência EFE

O monitoramento das alterações nos continentes e oceanos aumentou com os cientistas observando atentamente as alterações que ocorrem no planeta.
altCientistas detectaram fissura de 29 quilômetros de extensão na Ilha Pine. Nos próximos meses, gelo deverá se desprender e se tornar um iceberg de 800 quilômetros quadrados. Integrantes  da Nasa (agência espacial americana) afirmaram no Chile que vigiam a formação de um grande iceberg, de 880 quilômetros quadrados, produto de uma rachadura que se estende ao longo de 29 quilômetros na geleira da Ilha Pine, na Antártida.
A observação da enorme rachadura foi feita em voos de investigação realizados durante outubro pela equipe IceBridge, um conjunto de cientistas e técnicos da Nasa que analisam as mudanças nas camadas de gelo que cobrem a Antártida e a Groenlândia desde 2009.
“Nos voos observamos uma grande fissura que indica que um grande pedaço de gelo está prestes aalt partir. Trata-se de uma rachadura de 280 metros de largura e de 60 metros de profundidade, mais alta que a Estátua da Liberdade”, declarou à imprensa o chefe do projeto IceBridge, Michael Studinger, em videoconferência.
O cientista ressaltou que a fissura sobre a geleira da Ilha Pine “faz parte do ciclo natural” de formação dos icebergs na área ocidental da Antártida – uma região “sensível”, disse -, motivo pelo qual não acarreta risco ambiental em nível global.
“A rachadura não nos preocupa, faz parte do ciclo natural. Se ocorresse de forma mais frequente poderia causar problemas ambientais”, explicou Studinger. “Sabemos pouco da formação destes icebergs porque não observamos com frequência estes fenômenos. É primeira vez que sobrevoamos uma fissura tão grande. Esperamos que isto ajude a explicar como se formam para poder predizê-las”, ressaltou Studinger, cujas pesquisas se prolongarão até 2015.
O projeto IceBridge, a maior pesquisa aérea das camadas de gelo do mundo, realiza medições anuais da elevação das geleiras na Antártica e na Groenlândia.
Com até seis aviões equipados com uma grande variedade de instrumentos de observação e medição, os cientistas da Nasa registram dados na estrutura das geleiras com o objetivo de determinar o impacto da mudança climática no derretimento destas extensas massas de gelo. (Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/mundo/conteudo.phtml?tl=1&id=1188228&tit=Nasa-vigia-formacao-de-grande-iceberg-na-Antartida)

Publicação de arquivo de urandir em 2011-12-10 03:39:05.
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Afinal o universo tem um eixo central?

 Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica 

altPesquisadores estão levantando dúvidas sobre a pressuposta simetria do Universo. Seus cálculos parecem sugerir que, no seu início, nosso Universo girava sobre um eixo central. E que esse movimento de rotação influenciou a formação das galáxias.
Os físicos e astrônomos há muito tempo acreditam que o Universo tem uma simetria de espelho, como uma bola de basquete.A imagem espelhada de uma galáxia girando no sentido horário teria, obviamente, o sentido anti-horário de rotação.
Mas se os astrônomos encontrarem um número maior de galáxias girando num sentido do que em outro, isto seria uma evidência de uma quebra de simetria, ou, no jargão da física, uma violação de paridade em escala cósmica.
Nova pesquisa sugere que o formato do Big Bang pode ser mais complicado do que se pensa. Como há mais galáxias espirais girando em um sentido do que em outro, pode ser que o Universo tenha um eixo central de rotação
Sentido de rotação das galáxias
Para aferir isso, Michael Longo e uma equipe da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, catalogaram o sentido de rotação de dezenas de milhares de galáxias espirais fotografadas pelo projeto Sloan Digital Sky Survey, que faz a catalogação de galáxias e que recentemente divulgou a maior imagem já feita do Universo.
E o grupo do Dr. Longo descobriu exatamente isso, que as galáxias têm uma “preferência” para girar em uma direção.
Se todas as galáxias realmente girarem no mesmo sentido, para um observador no hemisfério norte da Terra elas parecerão girar em um sentido, e no sentido oposto para um observador no hemisfério sul.  Eles descobriram um excesso de galáxias com rotação anti-horária na parte do céu em direção ao pólo norte da Via Láctea.
O efeito se estende por mais de 600 milhões de anos-luz de distância.
“O excesso é pequeno, cerca de 7 por cento, mas a chance de que ele possa ser um acidente cósmico é algo como 1 em um 1.000.000″, explica Longo. “Estes resultados são extremamente importantes porque parecem contradizer a noção quase universalmente aceita de que, em escalas suficientemente grandes, o universo é isotrópico, sem nenhuma direção especial.”
Rotação do Universo
O trabalho fornece novos insights sobre a forma do Big Bang. Um Universo simétrico e isotrópico teria começado com uma explosão esfericamente simétrica, em forma de uma bola.
alt
Se o Universo nasceu girando, por sua vez, afirma Longo, ele teria um eixo preferencial, e as galáxias teriam mantido esse movimento inicial.
Então, será que o nosso Universo ainda está girando, em um movimento de rotação universal?
“Pode ser”, diz Longo. “Eu acho que este resultado sugere que é.”
Como o telescópio do projeto Sloan está nos Estados Unidos, os dados que os pesquisadores analisaram vieram na maior parte do hemisfério norte do céu.
Um teste importante dos resultados será verificar se há um excesso de galáxias em espiral com sentido horário no hemisfério sul. Esta pesquisa já está em andamento. (Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=universo-eixo-central-rotacao&id=010130110711)

Publicação de arquivo de urandir em 2012-02-20 03:59:47.
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