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Novas pesquisas levam a concluir que Jesus foi casado e teria mulheres discípulas

Jesus teria tido discípulas mulheres ? Teria sido Jesus casado ? os indícios parecem levar a essa conclusão … entenda mais o porquê :

Novos testes científicos comprovam que não há nenhuma evidência de falsificação moderna em um texto escrito num papiro egípcio antigo, que se refere a Jesus como sendo casado, de acordo com um artigo muito aguardado e que foi publicado nesta quinta-feira (10-4-2014) na revista da Escola de Teologia de Harward “Harvard Theological Review”. Urandir fragmento de papiro que sugere que jesus foi casado

Cientistas que examinaram o controverso fragmento de papiro escrito em copta egípcio em que Jesus fala de sua esposa  concluíram  que o papiro e a tinta são provavelmente antigos e não uma falsificação moderna conforme  alegavam alguns críticos.

Os resultados apoiam o argumento da professora de Harvard Karen L. King que o texto controverso, seria o primeiro que faz referência explícita a um Jesus casado, é quase certamente um documento autêntico .

Entre outros testes, uma equipe do departamento de Biologia Evolutiva Humana da Universidade de Harvard realizou um teste de carbono 14 no fragmento e dataram  entre 659 e 869 dC, aproximadamente contemporâneo com um fragmento de papiro indiscutível do Evangelho de João .

Uma conservacionista e um engenheiro elétrico da Universidade de Columbia analisaram a composição química da tinta usando um teste de espectroscopia micro-Raman e descobriram que não tinha as características de tinta moderna, mas sim ela era semelhante a mesma tinta usada no Evangelho de João, que eram tintas a base de carbono comumente usadas pelos egípcios. O fato dessa análise excluir  a suspeita de falsificação do papiro com tintas modernas fez calar muitos críticos que acusaram inicialmente o papiro como falso, somente analisando visualmente imagens de baixa resolução.urandir - KarenKing mostra o papiro da esposa de cristo

Os resultados finais dos testes foram publicados on-line pela “Harvard Theological Review” nesta quinta-feira.

O Theological Review deveria ter publicado os resultados de Karen King em janeiro de 2013. King disse que demorou mais tempo do que o esperado para concluir o teste, principalmente porque não tinha orçamento.

Interessante é que a Escola de Teologia de Harward concedeu ao Globe, ao The New York Times, e a Revista de Harvard acesso antecipado para os artigos da Harvard Theological Review. Os três órgãos de imprensa foram autorizados a entrar em contato com pesquisadores envolvidos com os artigos, com a condição de que seriam titulares na publicação até quinta-feira de manhã, quando o Theological Review fosse publicado on-line, e que não poderiam entrar em contato com nenhuma outra fonte externa para comentar o assunto com antecedência. Isso demonstra que há um grande interesse por trás da verdade que o pequeno fragmento de papiro esconde … ou escondia.

O Theological Review publicou também uma refutação por Leo Depuydt, um egiptólogo da Universidade de Brown, urandir - polêmico papiro da esposa de cristoque disse ter revisado os resultados do teste, mas manteve-se convencido de que o fragmento era uma falsificação moderna pintadas em um antigo pedaço de papiro em branco.

Depuydt sustenta o caso que há apenas uma possibilidade infinitesimal de que as semelhanças entre o Evangelho de Tomé e o Evangelho da esposa de Jesus serem coincidência.

Mas Karen King responde que os paralelos não são tão próximos como Depuydt e outros afirmam, e que alguma sobreposição não é surpreendente, porque abordam temas semelhantes e porque muitos textos cristãos antigos fazem referencia e respondem a um outro.

Depuydt diz que os erros gramaticais que ele vê no texto não poderiam ter sido feito por um orador copta. Uma linha, segundo ele, parece traduzir : “Um homem mau é que ele não traz. ” “Você não pode fazer sentido como um texto copta fluente “, disse ele . “Então, você descobre que está tudo vindo do Evangelho de Thomas. Bem, caso encerrado. ” . E Depuydt , frente as provas científicas da autenticidade do papiro questiona então seu conteúdo.

Mas Karen argumenta que as questões gramaticais que Depuydt levanta são ou erros de sua própria análise ou de construções gramaticais similares, incluindo o mesmo erro que o erro de digitação evidente no Evangelho de Tomé, e que também existem em outros textos coptas , cuja autenticidade é indiscutível.

Em suma, Karen contesta que não faz sentido que um falsificador com pobres habilidades coptas e escribas também tenha conseguido adquirir o tipo certo de papiro e de tinta, e não deixar tinta fora do lugar em nível microscópico.  “Na minha opinião , essa combinação de trapalhão e sofisticação parece extremamente improvável”, escreveu ela em seu artigo .

“Eu estou basicamente esperando que possamos ultrapassar a questão das perguntas sobre falsificação e ira ao significado deste fragmento para a história do cristianismo, para a reflexão de questões como : ‘Por que Jesus ser casado ou não, importa mesmo ? Por que é que as pessoas tiveram uma reação tão incrível para isso? ‘ “, Disse King em uma entrevista.

Embora o fragmento de tamanho de um cartão de visita contenha apenas alguns pedaços de frases aparentemente tiradas de um texto maior, elas parecem expressar idéias ainda não vistas nos Evangelhos canônicos do Novo Testamento.

“Jesus disse -lhes: ‘ Minha esposa … ‘”, urandir - KarenKing e o papiro da esposa de cristodiz um trecho interrompido por uma borda rasgada, enquanto outras linhas que citam Jesus sugerem que pelo menos uma mulher poderia ter sido sua discípula, papel preenchidos exclusivamente por homens nos evangelhos canônicos.

A primeira linha , de acordo com a tradução de King, diz em parte : “Minha mãe me deu a vida. ”

A existência do fragmento, conhecido como o “Evangelho da Esposa de Jesus ” foi divulgada inicialmente em uma conferência acadêmica em 2012. Ele é visto por alguns como um vislumbre de como antigos cristãos pensavam enquanto condenado por outros, incluindo o Vaticano, como uma farsa absurda.

Porém “Todas evidências apontam para o papiro ser mesmo antigo e  ter sido escrito na Antiguidade” afirmou Karen King , a pesquisadora de história da academia de Teologia de Harvard, a uma coletiva de imprensa já em 2012 quando apresentou pela primeira vez o fragmento.

E agora ? Será que a história está mudando ? Vamos continuar a buscar conhecimento !

 

Banco de sementes no Ártico

por F. William Engdahl [*]

Nota da Redação Projeto Portal: Este artigo foi escrito em 2007, mas contém revelações que mesmo com o passar dos anos, ainda nos fazem refletir.
altNão há nenhum outro projeto mais interessante no momento do que este muito estranho em um dos cantos mais remotos do mundo, Svalbard. Bill Gates está  investindo milhões de dólares em um banco de sementes no Mar Barents perto do Oceano Ártico, a cerca de 1100 quilômetros do Pólo Norte. Svalbard é um árido pedaço de rocha reclamado pela Noruega e cedido em 1925 por um tratado internacional.
É nesta ilha esquecida por Deus, que Bill Gates está  investindo dezenas dos seus milhões de dólares em conjunto com a Fundação Rockefeller, a Monsanto Corporation, a Fundação Syngenta e o governo da Noruega, entre outros, naquilo que é chamado de ‘banco de sementes do fim do mundo’. Oficialmente o projeto chama-se a Caverna Global de Sementes Svalbard (Svalbard Global Seed Vault) na ilha norueguesa de Spitsbergen, no arquipélago de Svalbard.
 O banco de sementes foi construído no interior de uma montanha na ilha de Spitsbergen perto da aldeia de Longyearbven.  O banco tem portas duplas à prova de explosão, inundação etc. Com sensores de movimento, duas câmaras pressurizadas e imensas paredes de concreto reforçado e aço com um metro de espessura. Conterá mais de três milhões de variedades diferentes de sementes de todo o mundo, ‘para que se possa conservar a variedade das espécies para o futuro’, segundo o governo norueguês. As sementes vão ser embaladas de forma especial para proteção contra a umidade. Não haverá pessoal, mas a relativa inacessibilidade da caverna e dispositivos eletrônicos, virtuais e de segurança on-line facilitarão a fiscalização de qualquer possível atividade humana por qualquer um dos sócios do projeto em qualquer parte do planeta.
Falta-nos alguma coisa? Os comunicados de  imprensa afirmam que tal projeto destina-se à conservar a variedade das espécies para o futuro’. Que futuro é esse cujos patrocinadores do banco de sementes prevêem? O que poderá vir a ameaçar a disponibilidade global das sementes atuais, quando a maior parte delas já está bem protegida em bancos de sementes existentes em todo o mundo?
Bill Gates, a Fundação Rockefeller, a Monsanto e a Syngenta se juntando em um projeto comum? Vale  a pena escavar um pouco mais por detrás das rochas de Spitsbergen. Se o fizermos vamos encontrar coisas fascinantes.
O primeiro ponto digno de nota é saber quem é que patrocina a construção da caverna de sementes do fim do mundo. Aqui, em conjunto com os noruegueses, estão, conforme já dito, a Fundação Bill & Melinda Gates; o gigante americano da ‘agribusiness’ DuPont/Pioneer Hi-Bred, um dos maiores proprietários mundiais de patentes de sementes de organismos geneticamente modificados (OGM) e de agroquímicos afins; a Syngenta, a importante companhia de sementes OGM e agroquímicos, com sede na Suiça, através da Fundação Syngenta; a Fundação Rockefeller, um grupo privado que criou a “revolução genética com mais de 100 milhões de dólares em sementes desde os anos 70; o CGIAR, a rede global criada pela Fundação Rockefeller para promover o seu ideal de pureza genética através da alteração da agricultura.
O CGIAR e ‘O Projeto’
Conforme pormenorizei no livro ‘Seeds of Destruction’ [1] , a Fundação Rockefeller, o Conselho para Desenvolvimento da Agricultura de John D. Rockefeller III e a Fundação Ford juntaram esforços em 1960 para criar o Instituto Internacional de Investigação do Arroz (IIIR) em Los Baños, nas Filipinas. Em 1971, o IIIR da Fundação Rockefeller, em conjunto com o seu Centro Internacional de Melhoramento do Milho e do Trigo, com sede no México, e com mais outros dois centros internacionais de investigação criados pelas Fundações Rockefeller e Ford, o IITA para a agricultura tropical, na Nigéria, e o IIIR para o arroz, nas Filipinas, aliaram-se para formar um único Grupo Consultivo para Investigação Agrícola Internacional (Consultative Group on International Agriculture Research – CGIAR).
O CGIAR foi delineado numa série de conferências privadas realizadas no centro de conferências da Fundação Rockefeller em Bellagio, na Itália. Os participantes chave nas conversações de Bellagio foram George Harrar, da Fundação Rockefeller, Forrest Hill da Fundação Ford, Robert McNamara do Banco Mundial e Maurice Strong, o organizador ambiental internacional da família Rockefeller, que, enquanto administrador da Fundação Rockefeller, organizou a Cimeira da Terra das Nações Unidas em Estocolmo, em 1972. Há muitas décadas a fundação preocupava-se em por a ciência ao serviço da eugenia, uma versão repugnante da pureza racial, a que fora dado o nome de ‘O Projecto’.
Para garantir o maior impacto, o CGIAR atraiu a Organização para a Agricultura e Alimentação e o Programa para o Desenvolvimento, ambas das Nações Unidas, e o Banco Mundial. E assim, mediante uma distribuição cuidadosamente planejada dos seus financiamentos iniciais, no início dos anos 70 a Fundação Rockefeller já estava em posição de delinear a política da agricultura global no início dos anos 70. E de fato delineou-a.
Financiado por generosas doações para estudos das Fundações Rockefeller e Ford, o CGIAR providenciou para que os principais cientistas da agricultura e agrônomos do Terceiro Mundo passassem a ‘dominar’ os conceitos do moderno agribusiness de modo a poderem levá-los para os seus países. Neste processo criou-se uma valiosa rede de influências para a promoção do agribusiness americano nesses países, muito em especial para a promoção da ‘Revolução Genética’ OGM nos países em desenvolvimento, tudo isto em nome da ciência e da eficácia, do mercado livre e da agricultura.
Manipular geneticamente uma raça dominante?
Agora sim, o Banco de Sementes Svalbard começa a tornar-se interessante. Mas ainda há mais. ‘O Projeto’ a que me referi acima é um projeto da Fundação Rockefeller e de poderosos interesses financeiros desde os anos 20 para utilizar a eugenia, posteriormente rebatizada de genética, para justificar a criação de uma Raça Dominante geneticamente manipulada. Hitler e os nazistas chamaram-lhe a Raça Dominante Ariana.
A eugenia de Hitler foi financiada em grande parte por esta mesma Fundação Rockefeller que está hoje na sociedade para construção da caverna de sementes no fim do mundo, com o objetivo já explanado de preservação das amostras de todas as sementes do nosso planeta. Ora isto começa a tornar-se muito intrigante. Foi esta mesma Fundação Rockefeller quem criou a disciplina pseudo-científica da biologia molecular no seu objetivo incansável de reduzir a vida humana a uma ‘seqüência genética definidora’ que, segundo esperava, poderia depois ser modificada de modo a alterar os traços humanos a bel-prazer. Os cientistas de eugenia de Hitler (muitos dos quais foram discretamente levados para os Estados Unidos depois da Guerra para continuarem as suas investigações em eugenia biológica) contribuíram em muito para o trabalho básico da engenharia genética de diversas formas de vida, grande parte do qual foi apoiado abertamente até ao Terceiro Reich pelas generosas contribuições da Fundação Rockefeller. [2]
Foi a mesma Fundação Rockefeller quem criou a chamada Revolução Verde, na sequência de uma viagem ao México em 1946, de Nelson Rockefeller e de Henry Wallace, ex-secretário da Agricultura do Novo Acordo e fundador da Hi-Bred Seed Company.
A Revolução Verde propunha-se resolver o problema mundial da fome, um problema importante no México, na Índia e noutros países escolhidos onde Rockefeller atuava.
O agrônomo da Fundação Rockefeller, Norman Borlaug, ganhou o Prêmio Nobel da paz pelo seu trabalho, uma coisa de que não pode orgulhar-se muito, dado que o partilhou com Henry Kissinger.
Na realidade, como anos depois se vieram a verificar, a Revolução Verde foi um brilhante esquema da família Rockefeller para montar um agribusiness globalizado que depois pudesse vir a monopolizar posteriormente, tal como já tinha feito na indústria petrolífera mundial meio século antes. Como Henry Kissinger declarou nos anos 70, ‘se controlarmos o petróleo, controlaremos o mundo; se controlarmos os alimentos, controlaremos a população’.
O agribusiness e a Revolução Verde de Rockefeller andaram de mãos dadas. Fizeram parte de uma grande estratégia em que a Fundação Rockefeller alguns anos depois veio a financiar a investigação da engenharia genética de plantas e animais.
John H. Davis foi secretário assistente da Agricultura no tempo do Presidente Dwight Eisenhower no início dos anos 50. Saiu de Washington em 1955 e foi para a Escola Superior de Negócios de Harvard, um lugar pouco vulgar para um especialista em agricultura naquela época. Tinha uma estratégia clara. Em 1956, Davis escreveu um artigo na Harvard Business Review em que afirmava que “a única forma de resolver o chamado problema agrícola de uma vez por todas, e evitar programas governamentais enfadonhos, é evoluir da agricultura para o agribusiness “. Sabia muito bem o que pretendia, embora pouca gente na altura pensasse nisso, uma revolução na produção agrícola que concentrasse o controle da cadeia alimentar nas mãos das multinacionais, fora do cultivo das pequenas empresas nacionais e do cultivo familiar tradicional. [3]
Um aspecto crucial que motivava o interesse da Fundação Rockefeller e das empresas americanas de agribusiness é o fato da Revolução Verde se basear na proliferação de novas sementes híbridas nos mercados em desenvolvimento. Um aspecto vital das sementes híbridas era a sua falta de capacidade reprodutiva. Os híbridos tinham incorporada uma proteção contra a multiplicação. Ao contrário das espécies normais polinizadas a céu aberto cujas sementes dão colheitas semelhantes às plantas suas produtoras, a produção de sementes nascidas das plantas híbridas era significativamente mais baixa do que as da primeira geração.
Esta característica de produção decrescente dos híbridos teve normalmente como consequência a compra “obrigatória” em escala cada vez maior, pelos agricultores, dessas sementes, para garantir  todos os anos colheitas constantes ou mais altas. Mais ainda: a produção da segunda geração hibrida eliminou o comércio de sementes “normais” que era feito quase sempre por pequenos produtores regulares de sementes, pois eram tidas como “inferiores” ou passíveis de “falhas produtivas” levando os pequenos redistribuidores a buscar sementes híbridas e assim descartar as “normais”.
Evitava-se assim a redistribuição das sementes dos cereais comerciais feita por intermediários. Se as grandes empresas multinacionais de sementes pudessem controlar internamente as linhagens das sementes parentais, nenhum concorrente ou agricultor conseguiria produzir o híbrido. A concentração global das patentes de sementes híbridas num punhado de gigantescas companhias de sementes, lideradas pela Pioneer Hi-Bred da DuPont e pela Dekalb da Monsanto estabeleceu a base para a posterior revolução das sementes OGM. [4]
Com efeito, a introdução da moderna tecnologia agrícola americana, dos fertilizantes químicos e das sementes híbridas comerciais, tudo isso tornou os agricultores locais dos países em desenvolvimento, em especial aqueles que tinham terras maiores, dependentes dos abastecimentos das companhias estrangeiras de agribusiness e de petroquímicos, em sua grande maioria americanas. Foi o primeiro passo do que viria a ser um processo cuidadosamente planejado e que iria durar décadas.
Com a Revolução Verde o agribusiness veio a invadir significativamente mercados que anteriormente eram pouco acessíveis aos exportadores americanos. Esta tendência foi posteriormente rotulada de “agricultura orientada pelo mercado”. Na realidade, tratou-se de uma agricultura controlada pelo agribusiness.
Durante a Revolução Verde, a Fundação Rockefeller e mais tarde a Fundação Ford trabalharam de braço dado modelando e apoiando as metas políticas estrangeiras da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e da CIA.
Um dos principais efeitos da Revolução Verde foi despovoamento  das terras dos camponeses que foram forçados a emigrar para favelas ao redor das cidades em uma procura desesperada por trabalho. Não aconteceu por acaso, fazia parte do plano para criar bolsas de mão de obra barata para as manufaturas multinacionais americanas, a ‘globalização’ dos últimos anos.
Quando a autopromoção em torno da Revolução Verde esmoreceu, os resultados eram muito diferentes do que havia sido prometido. Tinham surgido problemas com o uso indiscriminado dos novos pesticidas químicos, muitas vezes com graves consequências para a saúde. O cultivo de monocultura das novas variedades de sementes híbridas reduziu a fertilidade do solo e das produções com o passar do tempo. Os primeiros resultados foram impressionantes: colheitas duplas ou triplas para alguns cereais como o trigo e mais tarde o milho, no México. Mas isso depressa passou à História.
A Revolução Verde foi normalmente acompanhada de grandes projetos de irrigação que incluíam quase sempre empréstimos do Banco Mundial para construção de enormes barragens novas, que inundavam áreas previamente escolhidas e terra arável fértil. O super trigo também produzia maiores colheitas através da saturação do solo com enormes quantidades de fertilizantes por hectare, sendo que os fertilizantes eram produtos derivados de nitratos e do petróleo, controlados pelas principais companhias petrolíferas conhecidas pelas Sete Irmãs, dominadas pelos Rockefeller.
Também se utilizaram enormes quantidades de herbicidas e pesticidas, criando mercados adicionais para os gigantes do petróleo e dos químicos. Como um analista disse, na verdade a Revolução Verde foi meramente uma revolução química. Os países em desenvolvimento não tinham capacidade para pagar as enormes quantidades de fertilizantes e pesticidas químicos. Conseguiam o favor do crédito do Banco Mundial e de empréstimos especiais do Chase Bank e de outros grandes bancos de Nova Iorque, escudados por garantias do governo americano.
Aplicados em um grande número de países em desenvolvimento, esses empréstimos foram, sobretudo para os grandes proprietários rurais. Quanto aos pequenos agricultores a situação foi diferente. Eles não podiam pagar os produtos químicos e outros produtos modernos e tinham que pedir dinheiro emprestado.
A princípio, diversos programas governamentais tentaram providenciar alguns empréstimos aos agricultores para que eles pudessem comprar sementes e fertilizantes. Os agricultores que não conseguiam participar deste gênero de programas tinham que pedir emprestado ao setor privado. Dadas as exorbitantes taxas de juro dos empréstimos informais, muitos pequenos agricultores nem sequer aproveitaram os benefícios das colheitas iniciais mais altas. Depois da colheita, tinham que vender a maioria ou mesmo todo o cereal para satisfazer os empréstimos e os juros. Ficaram dependentes dos usurários e dos comerciantes e muitas vezes perderam as suas terras. Mesmo com os empréstimos a juros baixos das organizações governamentais, o cultivo dos cereais de subsistência deu lugar à produção de colheitas de dinheiro. [5]
Há décadas que os mesmos interesses, incluindo a Fundação Rockefeller que apoiou a Revolução Verde inicial, têm manobrado para promover uma segunda ‘Revolução Genética’ como lhe chamou há alguns anos o presidente da Fundação Rockefeller, Gordon Conway, ou seja, a disseminação de produtos agrícolas e comerciais industriais, incluindo sementes OGM patenteadas.
Gates, Rockefeller e uma Revolução Verde em África
Tendo bem presente o verdadeiro enquadramento da Revolução Verde da Fundação Rockefeller dos anos 50, torna-se muito estranho e curioso, que a mesma Fundação Rockefeller, em conjunto com a Fundação Gates,  estejam  investindo milhões de dólares para preservar todas as sementes contra um possível cenário de “fim do mundo”, e estejam também  investindo milhões de dólares em um projeto chamado ‘A Aliança para uma Revolução Verde em África’ (The Alliance for a Green Revolution in Africa).
A AGRA, como se intitula, é de novo uma aliança com a mesma Fundação Rockefeller que criou a “Revolução Genética”. Isto se confirma quando analisamos o Conselho de Administração da AGRA.
Inclui nada mais, nada menos do que o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, como presidente. No seu discurso de posse em um evento do Fórum Económico Mundial em Cape Town, na África do Sul, em Junho de 2007, Kofi Annan afirmou, ‘Aceito este desafio agradecendo à Fundação Rockefeller, à Fundação Bill & Melinda Gates, e a todos os outros que apóiam a nossa campanha africana’.
Juntando-se ao conselho da AGRA aparece um sul-africano, Strive Masiyiwa que é diretor da Fundação Rockefeller,  Sylvia M. Mathews da Fundação Bill & Melinda Gates; Mamphela Ramphele, ex director-gerente do Banco Mundial (2000-2006); Rajiv J. Shah, da Fundação Gates; Nadya K. Shmavonian da Fundação Rockefeller; Roy Steiner da Fundação Gates; Nadya K. Shmavonian da Fundação Rockefeller; Roy Steiner da Fundação Gates. E também , Gary Toenniessen, diretor-gerente da Fundação Rockefeller e Akinwumi Adesina, diretor associado da Fundação Rockefeller.
Para completar o painel, o ‘Programas para a AGRA’ inclui Peter Matlon, diretor-gerente, Fundação Rockefeller; Joseph De Vries, diretor do ‘Programa para os Sistemas de Sementes de África’ e diretor sócio, Fundação Rockefeller; Akinwumi Adesina, diretor sócio, Fundação Rockefeller. Tal como a velha e falhada Revolução Verde na Índia e no México, a nova Revolução Verde na África é obviamente uma alta prioridade da Fundação Rockefeller e de seus grupos associados.
Embora atualmente mantenham um perfil discreto, pensa-se que a Monsanto e os principais gigantes do agribusiness GMO estão por detrás da utilização da AGRA de Kofi Annan para disseminar por toda a África as suas sementes patenteadas OGM, sob o rótulo enganador de ‘biotecnologia’, o novo eufemismo para as sementes geneticamente modificadas patenteadas. Até a presente data, a África do Sul é o único país africano que permite a plantação legal de cereais OGM. Em 2003 Burkina Faso autorizou testes com OGM. E em 2005, em Gana, Kofi Annan precisou adaptar leis de bio-segurança.  Funcionários do mais alto nível no país expressaram a intenção de prosseguir  investigando sobre importância das cereais OGM.
A África é o próximo alvo na campanha do governo americano para disseminar os OGM’s a nível mundial. Os seus solos férteis tornam-na em candidato ideal. Não é de surpreender que muitos governos africanos temam o pior dos patrocinadores dos OGM’s, já que tem sido na África o inicio de  muitos projetos de engenharia genética e de bio-segurança, com o objetivo de introduzir os GMO’s nos sistemas agrícolas africanos.
Estes projetos incluem patrocínios oferecidos pelo governo americano para formar nos EUA cientistas africanos que atuem especificamente em engenharia genética de sementes, para projetos de bio-segurança, financiados pela Organização dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e pelo Banco Mundial,  para investigação de OGM’s envolvendo cultivos “selvagens” de plantações e de grãos alimentares indígenas africanos.
A Fundação Rockefeller vem trabalhando há décadas para promover, quase sempre sem êxito, projetos para introdução de OGM’s em terras de África. Eles apoiaram a investigação da aplicabilidade do algodão OGM nos planaltos Makhathini na África do Sul.
A Monsanto, que está completamente envolvida em vários projetos na indústria de sementes da África do Sul, tanto de OGM como de híbridos, concebeu um engenhoso programa para pequenos proprietários, conhecido como campanha das ‘Sementes da Esperança’, na verdade um “pacote” de  introdução, idêntico e exatamente como o da “revolução verde” entre agricultores pobres de pequena dimensão, seguido, evidentemente, por sementes patenteadas OGM da Monsanto. [6]
Svalbard
Serão estas informações todas apresentadas aqui apenas explanações filosóficas ou mesmo conspiratórias? O que levaria as fundações Gates ealt Rockefeller em uníssono  promover a proliferação em toda a África de sementes patenteadas e de sementes Terminator? Será que estas e outras sementes ainda desconhecidas poderão ser patenteadas brevemente, nos mesmos moldes que já aconteceu em todos os outros lugares do mundo, destruindo as variedades locais e das demais sementes de plantas naturais quando  introduzido o agribusiness industrializado da monocultura?
Este mesmo grupo entre outros dos seus sócios, curiosa e simultaneamente, estão investindo milhões de dólares para preservar todas as variedades de sementes conhecidas como “naturais” em uma caverna no fim do mundo, à prova de bombas nucleares e até dilúvio, perto do longínquo Círculo Ártico, ‘para que se possa conservar a variedade das espécies “nativas” no futuro?
Não é por acaso que as fundações Rockefeller e Gates se uniram para impulsionar uma Revolução Verde estilo OGM na África ao mesmo tempo em que estão financiando “discretamente” a caverna de sementes  no  fim mundo’ em Svalbard. Os gigantes do agribusiness os produtores OGM estão enterrados até o último fio de cabelo com esse projeto em Svalbard.
O Toque de Artista na Caverna no Fim do Mundo- Svalbard
Na realidade, todo o empreendimento de Svalbard e as pessoas nele envolvidas fazem lembrar as imagens catastróficas do bestseller de Michael Crichton, ‘O Enigma de Andrômeda’, um filme arrepiante de ficção científica em que uma doença mortal de origem extraterrestre provoca a rápida e fatal coagulação do sangue ameaçando toda a espécie humana. Em Svalbard, o futuro repositório de sementes mais seguro do mundo vai ser guardado pelos polícias da Revolução Verde ?  Pelos produtores das OGM ? As Fundações Rockefeller e Gates, a Syngenta, a DuPont e a CGIAR.?
O projeto Svalbard vai ser dirigido por uma organização chamada Global Crop Diversity Trust (GCDT), cujo Vaticano, leia-se Igreja Católica, é um dos integrantes. Mas quem são todos eles para guardarem este depósito impressionante de todas as variedades de sementes do planeta? O GCDT foi fundado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e pela Bioversity International (antigo Instituto Internacional de Investigação Genética de Plantas), um desdobramento do CGIAR.
O Trust tem sede em Roma. O seu conselho é presidido por Margaret Catley-Carlson, uma canadiana que também está no conselho consultivo do Group Suez Lyonnaise des Eaux, uma das maiores companhias privadas de água do mundo. Catley-Carlson também foi presidente até 1998 do Population Council, com sede em Nova Iorque, a organização para redução da população de John D. Rockefeller, fundada em 1952 para promover o programa de eugenia da família Rockefeller sob a capa de propaganda “planejamento familiar”, dispositivos para controlo de nascimentos, esterilização e “controle populacional” nos países em desenvolvimento.
Um outro membro do conselho do GCDT é Lewis Coleman, antigo executivo do Bank of America, atualmente chefe da Hollywood DreamWorks Animation. Coleman é também o principal diretor do conselho da Northrup Grumman Corporation, uma das maiores empreiteiras americanas da indústria militar, com contratos com o Pentágono.
Jorio Dauster (Brasil) é também presidente do conselho da “Brasil Ecodiesel”. Foi embaixador do Brasil na União Europeia o  principal negociador da dívida externa do Brasil para o ministro das Finanças. Dauster também  foi presidente do Instituto Brasileiro do Café e coordenador do ‘Projeto para a Modernização do Sistema de Patentes do Brasil’, que envolveu a legalização de patentes de sementes que são geneticamente modificadas, uma coisa que até há pouco tempo era proibida pelas leis do Brasil.(8) (Aqui vemos que uma Marina Silva nunca sobreviveria como presidente diante de uma “Mão Pesada e Santa” dessas pressionando pela entrada de tais sementes a qualquer preço, coisa que o Sapo Barbudo e os seus 40, digo, 80 amigos logo não tiveram escrúpulos de aderir!)
Cary Fowler é o diretor executivo do Trust Fowler foi professor e diretor de investigação no Departamento para o Ambiente Internacional & Estudos de Desenvolvimento na universidade norueguesa de Ciências da Vida. Foi também um consultor sênior do diretor-geral da Bioversity International. Representou ali os Centros Futuros de Searas do CGIAR em negociações sobre o Tratado Internacional para os Recursos Genéticos de Plantas. Nos anos 90 chefiou o Programa Internacional para os Recursos Genéticos de Plantas na FAO. Delineou e supervisionou as negociações do Plano Global de Ação da FAO para os Recursos Genéticos de Plantas, adotado por 150 países em 1996. É membro antigo do Conselho Nacional dos Recursos Genéticos de Plantas dos EUA e do conselho de administração do Centro Internacional do Melhoramento do Milho e do Trigo no México, mais um projeto da Fundação Rockefeller e do CGIAR.
O Dr. Magla Rai da Índia, membro do conselho do GCDT, é o secretário do Departamento da Investigação e Educação Agrícola da Índia (DARE) e diretor-geral do Conselho Indiano para a Investigação Agrícola (ICAR). É também membro do conselho do Instituto Internacional de Investigação do Arroz (IRRI) da Fundação Rockefeller, que promoveu a primeira grande experiência GMO do mundo, o tão apregoado ‘Arroz de Ouro’ que veio a ser um fiasco. Rai foi membro do conselho do CIMMYT (Centro Internacional do Melhoramento do Milho e do Trigo) e membro do conselho executivo do CGIAR.
Estão também incluídos nesse processo global além dos  “Crop Diversity Trust Donors”, ou os anjos financiadores, nas palavras de Humphrey Bogart no clássico Casablanca, ‘todos os suspeitos habituais’. Além dos principais já enunciados aqui como as Fundações Rockefeller e Gates, as gigantes OGM’s DuPont-Pioneer Hi-Bred,  Syngenta de Basle na Suiça, a Monsanto, o CGIAR , a USAID, uma organização do Departamento de Estado para ajuda ao desenvolvimento, pró-OGM no que se refere a energia, e o Vatican Bank, que despensa maiores comentários.
 Na verdade, parece que temos sempre as mesmas raposas velhas na linha de “parcerias” cada um pensando em “controle global”, do OGM  à redução da população, ou superioridade da raça, ou controle financeiro. Aguardando e apostando   em quem vai comandar ou como será dividido o comando do galinheiro da humanidade. Enquanto se discute essa questão, que já deve estar muito bem definida e selada, aguardando somente os acontecimentos imprevisíveis e históricos da humanidade,  o “armazém global” em Svalbard da diversidade de sementes nativas já está  pronto. [9]
Svalbard agora, por quê?
É legítimo perguntar por que  Bill Gates e a Fundação Rockefeller em conjunto com os principais gigantes do agribusiness da engenharia genética, como a DuPont e a Syngenta, Monsanto e ainda com o CGIAR, além dos “anjos Financiadores”, construíuram a Caverna das Sementes do Juízo Final lá no Ártico.
Inicialmente quem utiliza um banco de sementes destes? Os principais utilizadores dos bancos genéticos são os produtores de plantas e os investigadores. Os maiores produtores atuais de plantas são a Monsanto, a Dupont, a Syngenta e a Dow Chemical, os gigantes GMO globais que patenteiam plantas.
Desde o início de 2007  a Monsanto detém, em conjunto com o governo dos Estados Unidos, os direitos mundiais da patente da planta chamada ‘Terminator’ ou Tecnologia de Restrição de Uso Genético (Genetic Use Restriction Technology, GURT). O Terminator é uma tecnologia sinistra pela qual uma semente comercial patenteada se ‘suicida’ após uma colheita. O controle das companhias privadas de sementes é total. Nunca existiu na história da humanidade  tal controle e um poder tão grande destes sobre a cadeia alimentar.
Esta característica do Terminator habilmente engendrada geneticamente obriga os agricultores a recorrer todos os anos à Monsanto ou a outros fornecedores de sementes OGM para obter novas sementes de arroz, soja, milho, trigo, ou outros cereais de que precisem para alimentarem as suas populações. Se for introduzido em grande escala em todo o mundo, pode, talvez dentro de uma década, tornar a maioria dos produtores de alimentos do mundo em servos feudais, escravos de três ou quatro gigantescas companhias de sementes como a Monsanto ou a DuPont ou a Dow Chemical.
Claro que isso também pode dar asa a que essas companhias privadas, porventura por ordem do seu governo local, Washington, recusem sementes deste ou daquele país em desenvolvimento cuja política possa ir contra a de Washington. Aqueles que dizem ‘aqui isso não pode acontecer’ deviam observar com mais atenção os atuais acontecimentos internacionais. A mera existência dessa concentração de poder em três ou quatro gigantes do agribusiness com base nos EUA é uma razão para o boicote legal de todos os cereais OGM, mesmo que os seus ganhos em colheitas fossem reais, o que manifestamente não são.
Estas companhias privadas, a Monsanto, a DuPont e a Dow Chemical, nenhuma delas sequer têm um registro imaculado em termos de proteção da vida humana. Muito longe disso.  Desenvolveram e proliferaram inovações como a dioxina, os bifenóis policlorinados, o agente laranja. Encobriram durante décadas indícios óbvios cancerígenos e de outras consequências graves para a saúde humana decorrentes do uso dos químicos tóxicos.
Enterraram, modificaram e fraudaram milhares de  relatórios científicos sérios sobre o fato do herbicida mais utilizado a nível mundial, o glifosato,  ingrediente essencial do herbicida Roundup da Monsanto ser cancerígeno e estar diretamente “vinculado”  com a compra da maioria das sementes manipuladas geneticamente pela Monsanto, ele é tóxico quando se infiltra na água potável. [10] A Dinamarca proibiu o glifosato em 2003 quando se confirmou que tinha contaminado as águas subterrâneas do país. [11]
A diversidade armazenada em bancos genéticos de sementes é a matéria-prima para a produção de plantas e extremamente importante para a investigação biológica básica. Todos os anos são distribuídas para esses fins várias centenas de milhares de amostras. A FAO das Nações Unidas lista uns 1 400 bancos de sementes em todo o mundo, sendo o maior deles propriedade do governo dos Estados Unidos. Outros grandes bancos situam-se na China, na Rússia, no Japão, na Índia, na Coréia do Sul, na Alemanha e no Canadá, por ordem decrescente de dimensão. Além disso, o CGIAR administra uma cadeia de bancos de sementes em centros selecionados a nível mundial.
O CGIAR, fundado em 1972 pela Fundação Rockefeller e pela Fundação Ford para disseminar o seu modelo de agribusiness “Revolução Verde”, controla a maior parte dos bancos privados de sementes desde as Filipinas,  da  Síria  ao Quênia. Em todos estes bancos de sementes mantém mais de seis milhões e meio de variedades de sementes, das quais quase dois milhões são ‘distintas’. A Caverna do Fim do Mundo Svalbard vai ter capacidade para albergar quatro milhões e meio de sementes diferentes, o equivalente a mais de dez vezes da distribuição global.
OGM como arma de guerra biológica?
E chegamos agora ao cerne do perigo e do potencial para a utilização indevida inerente ao projeto Svalbard de Bill Gates e da fundação Rockefeller e do gruo que os apoia. Será que o desenvolvimento de sementes patenteadas para os cereais de sustento fundamental da maior parte do mundo, como o arroz, o trigo, o milho e as plantas de forragem como a soja possa acabar por vir a ser utilizado em uma horrível forma de guerra biológica?
O objetivo explícito do grupo de pressão para a eugenia, financiado por abastadas famílias de elite, como os Rockefeller, os Carnegie, os Harriman, os Rothschild   e outros desde os anos 20, incorporou aquilo a que chamaram ‘eugenia negativa’, a eliminação sistemática de descendências indesejáveis.
Margaret Sanger, uma eugenista apressada, fundadora da Paternidade Planeada Internacional e íntima da família Rockefeller, em 1939 criou algo chamado The Negro Project, com base em Harlem, o qual, como ela confidenciou numa carta a um amigo, era todo sobre o fato de que, como ela afirmou, ‘queremos exterminar a população negra’. [12]
Em 2001 uma pequena companhia de biotecnologia da Califórnia, a Epicyte, anunciou o desenvolvimento de trigo geneticamente manipulado que continha um espermicida que tornava estéril o sêmen dos homens que o comessem. Na época a Epicyte fez um acordo de associação para disseminar esta tecnologia com a DuPont e a Syngenta, dois dos patrocinadores da Caverna de Sementes do Fim do Mundo Svalbard. A Epicyte foi depois comprada por uma companhia de biotecnologia da Carolina do Norte. O que é de espantar é que a Epicyte desenvolveu o seu trigo OGM espermicida com financiamentos para investigação do Departamento da Agricultura americano, o mesmo departamento que, apesar da oposição mundial, continuou a financiar o desenvolvimento da tecnologia Terminator, hoje propriedade da Monsanto.
Nos anos 90, a Organização Mundial de Saúde das Nações Unidas desencadeou uma campanha para vacinar milhões de mulheres na Nicarágua, no México e nas Filipinas, de idades compreendidas entre os 15 e os 45 anos, supostamente contra o tétano, uma doença que pode ser provocada por pisar um prego enferrujado, por exemplo. A vacina não foi administrada a homens ou rapazes, apesar de presumivelmente eles poderem igualmente pisar em pregos enferrujados tal como as mulheres.
Perante esta anomalia estranha, o Comitê Pró Vida do México,  ficou desconfiada e mandou testar amostras da vacina. Os testes revelaram que a vacina do tétano que estava sendo administrada pela OMS apenas a mulheres em idade de procriarem, continha gonadotrofina coriónica (HCG) humana, um hormônio natural que, quando combinado com um portador toxóide de tétano estimula anticorpos tornando a mulher incapaz de manter uma gravidez. Nenhuma das mulheres vacinadas foi informada disso.
Soube-se mais tarde que a Fundação Rockefeller em conjunto com o Conselho da População de Rockefeller, o Banco Mundial (anfitrião do CGIAR) e os Institutos Nacionais de Saúde dos EU, tinham estado todos envolvidos em um projeto que durou 20 anos, iniciado em 1972, para desenvolver a escondida vacina de aborto com um portador de tétano para a OMS. Mais ainda, o governo da Noruega, o anfitrião da Caverna de Sementes do Fim do Mundo Svalbard, doou 41 milhões de dólares para desenvolver a vacina especial abortiva do tétano. [13]
Será coincidência que estas mesmas organizações, desde a Noruega à Fundação Rockefeller, passando pelo Banco Mundial, estejam também envolvidas no projeto do banco de sementes de Svalbard? Segundo o Prof. Francis Boyle, que redigiu a Lei Antiterrorista de Armas Biológicas de 1989 e aprovada pelo Congresso dos EUA, o Pentágono ‘está agora empenhado em travar e ganhar a guerra biológica’, objetivo integrado nas duas diretivas de estratégia nacional de Bush adaptadas em 2002, ‘sem conhecimento nem análise pública’, segundo ele faz notar. Boyle acrescenta que só em 2001-2004 o governo federal dos EUA gastou em trabalhos civis relacionados com a guerra biológica, 14,5 milhões de dólares, uma soma incrível.
O biólogo Richard Ebright, da Universidade de Rutgers, calcula que mais de 300 instituições científicas e cerca de 12 mil pessoas individuais nos EUA têm atualmente acesso a elementos patogênicos adequados à guerra biológica. Só doações dos Institutos Nacionais de Saúde do governo americano para investigação de doenças infecciosas com potencial para guerra biológica, há 497. Claro que isto é hoje justificado sob a rubrica da defesa contra possíveis ataques terroristas.
Muitos dos dólares do governo americano gastos na investigação da guerra biológica envolvem engenharia genética. O professor de biologia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Jonathan King, diz que os ‘crescentes programas de terrorismo biológico representam um perigo emergente significativo para a nossa população’. King acrescenta que, ‘embora esses programas sejam sempre rotulados de defensivos, quando se trata de armas biológicas, os programas defensivos e ofensivos sobrepõem-se quase completamente’. [14]
Só o  tempo o dirá,  se esses projetos genéticos e todas essas coincidências aqui colocadas, despercebidas da grande massa, envoltas em suas contas e serem pagas, quitação de suas hipotecas, financiamento se dívidas, impostos e distrações televisivas, esportivas, sensuais ou alucinógenas, terão impacto no mundo e o quanto essa impacto nos afetará em um futuro bem próximo. Talvez o segredo esteja em  Svalbard, de Bill Gates  da Fundação Rockefeller e dos seus sócios…
“Este artigo encontra-se em seu original português de Portugal no link: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/01/410050.shtml
NOTAS :
1- F. William Engdahl, Seeds of Destruction: The Hidden Agenda of Genetic Manipulation, Montreal, (Global Research Press, 2007).
2- Ibid, pp.72-90.
3- John H. Davis, Harvard Business Review, 1956, citado em Geoffrey Lawrence, Agribusiness, Capitalism and the Countryside, Pluto Press, Sydney, 1987. Ver também Harvard Business School, The Evolution of an Industry and a Seminar: Agribusiness Seminar,  http://www.exed.hbs.edu/programs/agb/seminar.html .
4- Engdahl, op cit., p. 130.
5- Ibid. P. 123-30.
6- Myriam Mayet, The New Green Revolution in Africa: Trojan Horse for GMOs?, May, 2007, African Centre for Biosafety, www.biosafetyafrica.net .
. 7- ETC Group, Green Revolution 2.0 for Africa?, Communique Issue #94, March/April 2007.
8-  Dauster, Jório: http://www.ecolatina.com.br/pdf/anais/2_Forum_Energias_Renovaveis/JorioDausterMagalhaesSilvaEcodiesel.pdf
9-)Global Crop Diversity Trust website, in   http://www.croptrust.org/main/donors.php .
10- Engdahl, op. cit., pp.227-236.
11- Anders Legarth Smith, Denmark Bans Glyphosates, the Active Ingredient in Roundup, Politiken, September 15, 2003, in organic.com.au/news/2003.09.15 .
12- Tanya L. Green, The Negro Project: Margaret Sanger’s Genocide Project for Black American’s, in www.blackgenocide.org/negro.html .
13- Engdahl, op. cit., pp. 273-275; J.A. Miller, Are New Vaccines Laced With Birth-Control Drugs?, HLI Reports, Human Life International, Gaithersburg, Maryland; June/July 1995, Volume 13, Number 8.
14- Sherwood Ross, Bush Developing Illegal Bioterror Weapons for Offensive Use,’ December 20, 2006, in www.truthout.org .
[*] Autor de Seeds of Destruction, the Hidden Agenda of Genetic Manipulation acabado de publicar pela Global Research. É também autor de A Century of War: Anglo-American Oil Politics and the New World Order . Mais artigos do autor em www.engdahl.oilgeopolitics.net e Global Research. Contacto:   info@engdahl.oilgeopolitics.net . O original encontra-se em   http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=7529. Tradução de Margarida Ferreira. Este artigo encontra-se em   http://resistir.info/ .  URL:: http://www.resistir.info/varios/engdahl_sementes_p.html

Publicação de arquivo de urandir em 2011-11-08 03:31:42.
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Artefatos de 15 mil anos põe em dúvida teoria da colonização americana

Fonte: UOL

alt A descoberta no Texas (EUA) de um sítio arqueológico contendo milhares de vestígios de 15.500 anos atrás faz recuar em pelo menos 2 mil anos as estimativas de chegada dos primeiros ocupantes à América, além de colocar em dúvida a teoria atual sobre a colonização do continente. Uma corrente em vigor acredita que as primeiras tribos americanas fariam parte da cultura denominada Clóvis, com traços encontrados em vários pontos, a partir de 1932.

Segundo esta hipótese controversa, os portadores desta cultura, caracterizada por uma técnica muito particular de entalhe de pontas de sílex de dois gumes, teriam vindo da Ásia há cerca de 13.500 anos através do Estreito de Bering, durante a Era do Gelo. Eles teriam, em seguida, se espalhado por todo o continente, até chegar à América do Sul.

Nota da Redação do Projeto Portal: Cada dia que passa surge uma nova descoberta que coloca em cheque teorias já existentes, não só na área da antropologia, como a matéria publicada no site www.uol.com.br, mas também em toda a ciência. Será que a história da humanidade é bem diferente do que conhecemos até hoje? A exemplo da Terra Convexa em seus continentes, teoria proposta pelo ET Bilu que está em fase de testes para uma possível comprovação ou não, quem sabe logo não iremos nos deparar com uma versão totalmente nova sobre o povoamento de nosso planeta? A próxima revelação do ET Bilu, que ainda não tem data marcada, será sobre a origem do homem.

O novo sítio arqueológico texano, chamado “Debra L. Friedkin” e situado a cerca de 60 km ao noroeste de Austin, documenta com um número de indícios sem precedentes uma ocupação humana do continente americano anterior à cultura Clóvis.
O achado coloca em dúvida a teoria atual dos primeiros povos americanos, destacou Michael Waters, diretor do Centro de Estudos dos Primeiros Americanos da Universidade do Texas e principal autor do trabalho, publicado na revista americana Science, que estará nas bancas a partir desta sexta-feira (25).
“Essa descoberta nos força a repensar as origens da colonização das Américas”, insistiu o pesquisador. “Não há dúvidas de que essas ferramentas e armas foram fabricadas por humanos e que têm cerca de 15.500 anos de idade, o que faz delas os vestígios mais antigos encontrados até hoje na América do Norte”, acrescentou.
“Isso é importante para fazer avançar o debate sobre a data de chegada dos primeiros ocupantes das Américas, mas também para nos ajudar a compreender as origens da cultura Clóvis”, segundo ele.
Michael Waters destacou durante uma teleconferência que a teoria do povoamento do continente americano pela cultura Clóvis possui várias grandes falhas.
Por exemplo, não existe qualquer traço da “tecnologia” de entalhe de sílex dos Clóvis no nordeste da Ásia, de onde esses colonizadores teriam vindo.

Ainda, as pontas de flechas de sílex descobertas no Alasca e que precediam em mil anos à chegada da tribo Clóvis foram fabricadas de forma diferente.
Enfim, acrescenta esse arqueólogo, seis sítios datando do mesmo período da “cultura Clóvis” descobertos na América do Sul não contêm qualquer traço que possa ser assimilado a essa “cultura”.
“Esses fatos levam à conclusão de que os Clóvis não poderiam ser os primeiros americanos e que outros homens já se encontravam na América antes”, completou o cientista.
Entre os indícios anteriores, o cientista menciona, principalmente, dois sítios no Wisconsin (norte) datando de 14.200 a 14.800 anos, as cavernas de Paisley no Oregon (14.100 anos) e Monte Verde, no sul da América do Sul (14.500 anos).
“Resumindo, chegou a hora de abandonar de uma vez por todas a teoria da colonização dos Clóvis e elaborar um novo modelo que explique o povoamento das Américas. Nesse sentido, o sítio Debra L. Friedkin deu um grande passo em direção a essa nova compreensão dos primeiros habitantes do novo mundo”, insistiu Michael Water. A datação é feita através de uma técnica por luminescência, calculando-se quando os sedimentos que cobrem os vestígios foram expostos à luz pela última vez.

Publicação de arquivo de urandir em 2011-10-28 03:58:18.
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Ufólogo Urandir Oliveira

Urandir Fernandes de Oliveira não é simples ufólogo. Ele é também contatado. Desde os 13 anos ele tem contato com seres extraterrestres vindos de diversos pontos do universo. São seres que tem seus corpos compostos por 20%  matéria e 80%  energia, o inverso do nosso corpo (80% matéria e 20% energia). Esses seres se locomovem em naves de alta tecnologia. Deles, Urandir recebeu alguns implantes que aceleram seu campo energético, facilitando-o a realizar fenomenos paranormais. Também Recebeu o compromisso de preparar a humanidade para acompanhar as mudanças futuras na Terra, que está evoluindo da terceira para a quarta dimensão. Os seres extraterrestres alertam para as mudanças climáticas e catástrofes que afetarão toda forma de vida no planeta. Além disso, os ets dão orientações para uma melhor qualidade de vida e sobrevivência, passando conhecimento sobre alimentação adequada, moradia, autocura, uso de remédios naturais, entre outras. Na sede do Projeto Portal Urandir realiza contatos frequêntes com os seres extraterres


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    Urandir Fernandes de Oliveira aceita desafio de paranormalidade mas programa Fantástico desiste

    Paranormal é todo indivíduo que realizam algum fenômeno físico ou psíquico apenas usando o poder mental. Muitas pessoas conseguem realizar tais fenômenos paranormais, uns com mais, outros com menos intensidade. É verdade que os paranormais estão frequêntemente asssocidas à eventos da ufologia. Muitos são casos de contatos com seres extraterrestres. Um dos mais polêmicos é o caso de Urandir Fernades de Oliveira (UFO). Urandir tem contato com seres extraterrestres desde os 13 anos de idade. Desde então Urandir começou a realizar muitos fenômenos usando o poder e controle da mente, como materializar pedrinhas em formato de disco voador, entortar metais como moeda, colheres e outros talheres, projetar luzes em suas mãos, quebrar pratos sem tocá-los, entre outros. Essas habilidades já foram confirmados com provas científicas realizadas em laboratórios de pesquisas, da análise de exames de ondas mentais que comprovam a frequência mental alterada, que possibilita a realizaçõa dos fenômenos. Alguns desses exames foram acompanhados por equipes de TV, dando maior credulidade. Apesar disso, Urandir sofre acusações de grandes dimensões de ufólogos brasileiros que alegam que suas habilidades são fraudes e em suas lista de discussão o acusam falsamente de charlatão. Esses céticos lançaram um desafio há alguns anos atrás que foi aceito por Urandir para participar do Programa Fantástico da Rede Globo. Até hoje alegam que Urandir não aceitou o convite para demonstrar suas habilidades paranormais.
    Isso é o que eles colocam em seus ataques e difamações contra Urandir. Mas mostramos aqui que o desafio foi aceito. Alguns dias depois de Urandir aceitar o convite, recebemos notificação do diretor do programa Fantástico, Luiz Petry que devido a problemas internos não realizariam o tal desafio. Conseguimos com a assessoria de imprensa do Projeto Portal cópia do email de Petry informando o fato, publicado abaixo. Segundo contato com a assessoria de impresa, Urandir sempre esteve e está à disposição para demonstrar suas habilidades de forma científica e não apenas como um show.
    Urandir é fundador do Projeto Portal situado na fazenda Boa Sorte em Corguinho, MS; realiza palestras de controle e aceleração mental, onde divulga os conhecimentos adquiridos em seus contatos com seres de outros planetas.

    ————————————inicio email ——————————–
    De: LPETRY
    Enviada em: quarta-feira, 17 de setembro de 2003 18:22
    Para: ‘dreher-elenco’
    Assunto: Desafio de paranormalidade
    Caro Pedro,
    Por uma questão absolutamente interna, que diz respeito apenas a nós, do Fantástico, e aos pesquisadores Jayme Roitman e Wellington Zangari, decidimos não mais realizar o desafio paranormal que vínhamos planejando com Urandir.
    Agradeço o empenho de vocês, e espero que surja uma nova oportunidade para retomarmos as conversas sobre o desafio assim que possível.
    Abraços,
    Petry


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      Projeto Portal Pesquisas e Turismo

      O Projeto Portal é uma associação desenhada para construir uma nova forma de pensamento mundial, atuando em diversas áreas do conhecimento, como astro-física, engenharia, psicologia, administração, ufologia, antropologia, tecnologia e física.
      • A associação Projeto Portal possui 11 anos de atuação no país e contou com a participação de mais de 370 mil pessoas em sua sede, no Mato Grosso do Sul
      • Possui núcleos de atendimento aos participantes em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Florianópolis
      • A associação promove palestras em todo o país, reunindo cerca de 200 pessoas por evento
      • É responsável pela publicação da Revista Explosiva, já distribuída no Território Nacional

      O Projeto Portal realiza pesquisas, atuando, muito além dos contatos e avistamentos com ovnis frequêntes na região de sua sede em Corguinho, como em avançadas pesquisas amparado por instituições e autoridades militares brasileiras, aeronáutica, defesa civil, corpo de bombeiros, centro de pesquisas, universidades, entre outros.

      Recentemente os pesquisadores do Projeto Portal tem investigado as ocorrências dos crop círculos, principalmente nas lavouras da região sul do país. Para auxiliar nas pesquisas contam com informações  coletadas nos locais,  fotos e medições com detectores diversos, dados do controle de tráfego aéreo, o Cindacta e do comando aeroespacial brasileiro, o comdabra, entre outros.
      Isso é uma conquista que mostra que mesmo com muitas adversidades pode-se realizar uma investigação séria, cujo resultado vem a contribuir, não somente como simples notícias, mas sim com comprovação e informações que explicam fenômenos para o público em geral. Dessa forma, esses fenômenos não serão mais somente usados de forma sensacionalista pela mídia com intuito de tirar proveito de uma situação ou de um evento para um simples comentário em um noticiário, mas sim trazendo à luz uma nova visão da realidade.

      Publicado no site http://www.urandir.com.br/ProjetoPortal.html


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        Publicação de arquivo de urandir em 2012-03-05 17:13:00.
        bibliografias:
        Urandir - Urandir site Urandir
        Urandir Ufologia Urandir
        Urandir web archive - Urandir web link Urandir | Projeto Portal | Urandir Oliveira | Urandir Fernandes de Oliveira